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27 de junho de 2016

Shell nega qualquer intenção de aumentar sua presença em Macaé

Depois de muitos boatos na cidade de Macaé, de que a Shell instalaria uma base no município gerando empregos e aquecendo a economia local. A Shell, através de seu gerente de relações com a imprensa da Shell Brasil Petróleo (Guilherme Monsanto), negou qualquer intenção de aumentar sua presença na cidade.
Há algum tempo se comenta em Macaé a possibilidade da Shell instalar uma base no prédio que era ocupado pela Petrobras, na Rodovia Amaral Peixoto (no Viaduto) na Praia Campista. Foi divulgado pelas redes sociais uma lista com diversas vagas de emprego, atribuindo a um 'contrato' entre a Shell e uma empresa de Recursos Humanos (o que já foi desmentido por tal empresa de RH), aumentando as especulações de que a empresa realmente estaria instalando uma base local.
A Shell negou qualquer intenção da empresa de aumentar sua presença no município de Macaé. A empresa permanece operando no campo de Bijupirá & Salema (a 145 km de Macaé), e mantém no polo de Macaé, o programa Shell Iniciativa Empreendedora, de incentivo ao empreendedorismo.
Confira abaixo a resposta da Shell através de Guilherme Monsanto.

Fonte: Diversidades.com

4 de maio de 2016

Após tentativa frustrada de compra dos campos de Bijupirá e Salema, operados pela Shell na Bacia de Campos, a PetroRio (ex-HRT) quer voltar ao mercado e está atrás de um sócio para financiar novas aquisições. Executivos da petroleira brasileira embarcaram para Houston, nos Estados Unidos, onde participarão da OTC, uma das maiores feiras do setor de óleo e gás do mundo, em busca de fundos de investimento. O cenário de baixa dos preços do barril não favorece a missão.
Dona de apenas um campo de produção de petróleo, a PetroRio produz, hoje, cerca de 7 mil barris ao dia de óleo em Polvo, na Bacia de Campos, mas tem como meta atingir uma produção média de 100 mil barris/dia ao final de 2017.
Com caixa disponível de R$ 497 milhões ao final de 2015, a empresa apresentou uma proposta à Petrobras, recentemente, para aquisição de Baúna, no pós-sal da Bacia de Santos, o 12º maior campo do país, com produção de 38 mil barris diários. A expectativa é que o resultado da concorrência seja divulgado ainda em maio.
Além do programa de venda de ativos da Petrobras, a PetroRio avalia oportunidades de desinvestimentos de outras empresas no Brasil e na América Latina, onde a petroleira avalia inclusive campos terrestres. "Tem outras empresas colocando ativos à venda. Não é nosso plano ficar esperando [o programa de desinvestimentos da] Petrobras", disse o diretor de Projetos da PetroRio, Nelson Queiroz Tanure. "Tem muita coisa à venda no Brasil. Muitos projetos que começaram produzindo com o preço do barril alto e que se tornaram pouco atraentes para algumas petroleiras", complementou.
A companhia está de olho em ativos em fase de produção, com reservas mínimas de 50 milhões de barris e com capacidade para produzir acima de 20 mil barris ao dia. Segundo ele, no entanto, a PetroRio "olha tudo", desde ativos maduros como Bijupirá e Salema, a campos mais novos, como Baúna.
O importante, de acordo com Tanure, é que a companhia identifique oportunidades de redução de custos que permitam à empresa rentabilizar os negócios. "Primeiro olhamos custos. Tem um componente de custos com o qual temos que nos sentir confortáveis", disse.
Em 2015, a PetroRio chegou a anunciar a compra de Bijupirá e Salema, por US$ 175 milhões, mas o negócio fracassou, porque a petroleira não conseguiu chegar a um acordo com a Agência Nacional de Petróleo (ANP) para reduzir os valores da garantia financeira exigida para assegurar os investimentos no abandono dos campos.
"A experiência serve de curva de aprendizagem para novas aquisições. A ANP deixou claro que não aceitará revisar os custos de abandono no decorrer de processos de venda de ativos. Temos que ter certeza a partir de agora que os valores contidos nos planos de desenvolvimento sejam compatíveis", afirmou.

30 de abril de 2016

Shell compra a BG por US$ 53 bi; Brasil será país-chave para a nova empresa

A Shell anunciou que chegou a um acordo para comprar a rival BG por 53 bilhões de dólares. A empresa resultante da união deverá quadruplicar a produção de óleo e gás no Brasil até o fim da década, transformando o país no principal mercado de exploração e produção da companhia, afirmou o presidente global da Shell, Ben van Beurden.
Atualmente, as duas empresas produzem juntas cerca de 240.000 barris de óleo-equivalente por dia no país, segundo os últimos dados publicados pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A BG produziu 205.572 barris de óleo-equivalente em dezembro no Brasil e a Shell, 34.471.
"O Brasil será um dos três principais países para a Shell e, em uma perspectiva de upstream (exploração e produção), provavelmente será o país mais valioso em nosso portfólio", disse Beurden, em conferência de imprensa sobre a fusão, que passa a vigorar nesta segunda. "As duas companhias juntas deverão quadruplicar (a produção) até o fim desta década", disse o executivo, em visita ao Rio de Janeiro.

5 de fevereiro de 2016

Shell anuncia corte de 10 mil vagas e venda de ativos

A companhia Shell anunciou na quinta-feira (4) que planeja cortar 10 mil vagas de trabalho. A redução no quadro de funcionários começou no ano passado e deverá continuar ao longo de 2016. A companhia anglo-holandesa também disse que pretende vender US$ 30 bilhões após comprar a BG.   
 
"A Shell tomará mais decisões impactantes para superar a queda no preço do petróleo, caso as condições exijam isso", disse o executivo-chefe da Shell, Ben van Beurden.   
 
A notícia foi divulgada no mesmo dia em que a Shell revelou seu balanço com queda de 57% no lucro do quarto trimestre de 2015, para US$ 1,8 bilhão, na comparação com o mesmo período do ano anterior. A retração foi causada pela forte oscilação negativa no preço do petróleo. O balanço é o último divulgado antes da aquisição da BG, no dia 15 de fevereiro, em uma operação avaliada em US$ 50 bilhões.

Fonte: Macaé Offshore

1 de fevereiro de 2016

Queda do Preço do Petróleo

Como tenho abordado em outras publicações, temos vivido dias difíceis. Isso tudo atribuído a queda de 70% do preço do barril de petróleo nesses últimos meses, o que reflete no cenário atual em que nos encontramos: demissões, instabilidade, dúvidas, etc.

A CreditSights – (empresa americana especializada em análise de dívida corporativa) – em um de seus relatórios indicou que, entre 2015 e 2017, quase a metade das empresas americanas do setor de óleo e gás poderão declarar falência. O que preocupa aqueles que trabalham na área assim como eu.

Outro fator decorrente da queda do preço do petróleo foi o que aconteceu na década de 90, quando o barril custava cerca de US$ 10, quando um movimento de fusões e aquisições tomou conta do mercado naquela ocasião: a Exxon se uniu à Mobil; a Total, a Elf e a Petrofina juntaram forças assim como a fusão entre a Chevron e o grupo Texaco. Alguns especialistas apostam que esse movimento se repita nos próximos meses.

Recentemente o Banco Mundial divulgou um relatório onde afirma que os preços do petróleo continuarão caindo em 2016. Especialistas da área acreditam que o mercado deve se recuperar em algum momento entre o final de 2016 e o início de 2017, não podemos ter certeza disso, mas dificilmente o barril será cotado acima de US$ 100 nos próximos anos.

Não resta outra saída senão torcer para que o mercado não fique pior do que já está.

21 de outubro de 2013

Grupo com Petrobras e Shell vence o leilão

Grupo também é composto pelas chinesas CNPC e CNOOC.

O consórcio formado pelas empresas Petrobras, Shell, Total, CNPC e CNOOC arrematou nesta segunda-feira (21) o campo de Libra e foi o vencedor do primeiro leilão do pré-sal sob o regime de partilha – em que parte do petróleo extraído fica com a União.

Único a apresentar proposta, contrariando previsões do governo, o consórcio ofereceu repassar à União 41,65% do excedente em óleo extraído do campo – percentual mínimo fixado pelo governo no edital. Nesse leilão, vencia quem oferecesse ao governo a maior fatia de óleo. O consórcio vencedor também terá que pagar à União um bônus de assinatura do contrato de concessão no valor de R$ 15 bilhões. Segundo a Agência Nacional do Petróleo (ANP), esse valor deve ser pago de uma vez. O pagamento tem que estar depositado para que o contrato seja assinado – o que a Magda Chambriard, diretora geral da agência, previu que aconteça em cerca de 30 dias.

A Petrobras deverá arcar com 40% desse pagamento porque terá a maior participação no consórcio vencedor (40%). Isso porque, embora a proposta aponte uma fatia de 10% para a estatal, a empresa tem direito, pelas regras do edital, a outros 30%. A Shell e a francesa Total terão 20% (cada uma). Já as chinesas CNPC e CNOOC terão 10% cada.

Total e Shell surpreenderam
Analistas afirmam que a entrada das empresas Shell e Total no consórcio vencedor surpreendeu. Isso porque o regime de partilha é visto por eles como desvantajoso para as empresas participantes.
Já era esperado que teria só um consórcio e que a Petrobras entraria. Eu acho que a única surpresa é a Shell e a Total terem entrado, porque num  primeiro momento as pessoas achavam que elas não entrariam”, disse o ex-presidente da ANP David Zylbersztajn.

Outro fato que surpreendeu no resultado do leilão foi a pequena participação das estatais chinesas. CNPC e CNOOC terão 10% do consórcio cada. Analistas do setor acreditavam que as empresas asiáticas liderariam a rodada, devido à grande necessidade de petróleo na China, que é um dos maiores consumidores mundiais.

O campo de Libra
O campo de Libra fica na chamada Bacia de Santos, a cerca de 170 quilômetros do litoral do estado do Rio de Janeiro. A sua área é de cerca de 1.500 quilômetros quadrados. De acordo com o governo, é a maior área para exploração de petróleo do mundo. A estimativa é que Libra chegue a produzir 1,4 milhão de barris por dia, quase cinco vezes a produção do campo de Marlim Sul, que hoje ocupa a liderança no Brasil com 284 mil barris diários. Segundo a ANP, o maior campo do mundo, de Ghawar Field, na Arábia Saudita, tem de 75 bilhões a 83 bilhões de barris recuperáveis e produção média diária de 5 milhões de barris.

O óleo presente no campo de Libra é do tipo leve, que tem maior valor de mercado. A ANP estima que, entre 2013 e 2016, sejam investidos cerca de R$ 400 bilhões no setor de petróleo e gás no país – boa parte desse valor vai ser demandada pela exploração de Libra, com a compra de bens e serviços. Segundo especialistas, o início da produção pode levar de 5 a 10 anos, a depender da geologia do local e dos investimentos feitos pela empresa vencedora. O pico da produção pode levar 15 anos para ser atingido.

As empresas
Sobre o modelo de partilha, o presidente da Shell do Brasil, André Araujo, disse que já conhece as condições do contrato há bastante tempo e não é uma surpresa que vem hoje para eles. "Com a experiência que nós temos em exploração de águas profundas a gente via poder contribuir com esse consórcio e a gente sabe que é do interesse de todo mundo que faz parte desee consórcio que ele seja bem sucedido".

Ele não quis comentar a estratégia do consórcio. "Eu estou muito satisfeito porque ele se compõe da empresa líder em exploração em águas profundas. Estamos satisfeitos porque a Petrobras teve 10% e mostra o interessa da Petrobras dentro do projeto. Nós temos outras companhias que têm experiência internacional em exploração de águas profundas e isso faz com que o consórcio tenha um bom desenho".

Fonte: G1

Governo realiza o leilão de Libra, a maior reserva de petróleo do Brasil

Exploração do campo deve dobrar reservas nacionais de petróleo, diz ANP.

Na expectativa sobre o número de consórcios participando da disputa, o governo realiza nesta segunda-feira (21/10), no Rio de Janeiro, o leilão do campo de Libra, o primeiro prevendo a exploração de petróleo e gás natural na camada pré-sal sob o regime de partilha (em que a União fica com parte do óleo extraído pelas empresas vencedoras).

Otimismo
A expectativa da ANP é que sejam recuperados em Libra entre 8 e 12 bilhões de barris de óleo. Apenas 11 empresas, entre elas a Petrobras, confirmaram interesse pelo negócio e ficaram de fora da disputa gigantes do setor como as norte-americanas Exxon Mobil e Chevron e as britânicas BP e BG. A previsão inicial da diretora-geral da ANP, Magda Chambriard, era de que até 40 empresas participassem do leilão.

As 11 empresas habilitadas para participar da rodada são: CNOOC International Limited (China), China National Petroleum Corporation (China), Ecopetrol (Colômbia), Mitsui & CO (Japão), ONGC Videsh (Índia), Petrogal (Portugal), Petronas (Malásia), Repsol/Sinopec (Hispano-Chinesa), Shell (Anglo-Holandesa), Total (França) e a Petrobras (Brasil). De acordo com a ANP, dessas 11, nove apresentaram garantias de oferta, mas mesmo as que não apresentaram podem participar em consórcio com outras que tenham apresentado.

Os recursos que a União vai arrecadar com a exploração do campo representam “nosso passaporte para o futuro” (disse a Presidente Dilma). A expectativa é do país arrecadar entre R$ 300 e R$ 700 bilhões nos próximos 35 anos (prazo da concessão), que serão transferidos pelas concessionárias ao governo e investidos em educação e saúde.

Regras do leilão de Libra
Vence o leilão de Libra o consórcio ou empresa que oferecer à União o maior fatia do petróleo a ser extraído do campo, tendo como percentual mínimo 41,65%. Por isso o regime desse tipo de concessão é chamado de partilha: empresas repartem com o governo o resultado da exploração.

Pelo modelo antigo – e que vai continuar valendo para campos fora do pré-sal –, os consórcios vencedores ficam com todo o óleo de um bloco arrematado em leilão, pagando ao governo apenas impostos, royalties e participação especial.

Nesta rodada, não haverá lance mínimo. Apenas um consórcio será vencedor e ele terá que pagar à União um bônus de assinatura do contrato de concessão no valor de R$ 15 bilhões. O edital também prevê que a Petrobras será a operadora do campo de Libra, com participação mínima de 30% na concessão. Isso significa que, mesmo que a empresa brasileira não faça parte do consórcio vencedor, terá depois que ser aceita como sócia do projeto com 30% de participação, responsável pelo plano de desenvolvimento dos campos.

As empresas interessadas no campo de Libra poderão se unir em consórcio para apresentação de ofertas. O consórcio, no entanto, deverá possuir pelo menos 1 empresa de “Nível A” (capacitada a operar em águas profundas), caso a Petrobras não faça parte do consórcio licitante, e poderá reunir, no máximo, cinco empresas. O prazo do contrato com o consórcio vencedor é de 35 anos sem prorrogação.

Segundo a ANP, a exploração do campo de Libra deve dobrar as reservas nacionais de petróleo – estima-se cerca de 26 bilhões a 42 bilhões de barris (as reservas nacionais são hoje de 15,3 bilhões de barris. Já as reservas de gás somam atualmente 459,3 bilhões de metros cúbicos e também devem duplicar com Libra). Com uma recuperação estimada em 30% do volume total, a perspectiva é que Libra seja capaz de produzir de 8 a 12 bilhões de barris de petróleo.

O Brasil espera uma produção de 1 milhão de barris por dia da área de Libra, a maior reserva de petróleo já descoberta no país.

Fonte: G1

28 de julho de 2013

Shell aumenta produção no litoral capixaba para atingir 35 mil boe por dia em 2014

A Shell anunciou ao mercado ter dado sequência ao projeto da Fase 3 do Parque das Conchas (BC-10) e com a perfuração de novos poços nos campos de Bijupirá & Salema para incrementar sua produção local.

No Parque das Conchas, a Shell e seus parceiros Petrobras e ONGC aprovaram a chamada Fase 3 de desenvolvimento, que incluirá a instalação de infraestrutura submarina nos campos de Massa e Argonauta. Estes campos estarão ligados ao Espírito Santo - o navio de produção, armazenamento e descarregamento (FPSO) - que é o centro das atividades da companhia do Parque das Conchas.

"As atividades na costa do Brasil são uma parte fundamental dos planos de expansão da nossa carteira de águas profundas - um componente chave de nossa estratégia global", disse John Hollowell, vice-presidente executivo de Águas Profundas da Shell para as Américas. "Estamos ansiosos para continuar a trabalhar com nossos parceiros na costa do Brasil e desenvolver os recursos de forma segura e responsável."

Quando chegar à fase de produção, a Fase 3 do Parque das Conchas (BC-10) poderá atingir um pico estimado em 28 mil boe por dia (Shell participação de 50%; Petrobras 35%; e ONGC 15%). Desde que foi iniciada sua operação em 2009, o projeto do Parque das Conchas já produziu mais de 70 milhões de boe. O desenvolvimento da Fase 2 de BC-10, no campo Argonauta (Norte), segue dentro do prazo e deverá entrar em operação ao fim de 2013, com um pico de produção estimado em 35 mil boe por dia (Shell participação de 50%; Petrobras 35%; e ONGC 15%).

Atualmente em andamento, o redesenvolvimento de Bijupirá & Salema, onde está o FPSO Fluminense (foto), envolve a perfuração de quatro novos poços de produção. Estima-se que os campos atinjam um pico de produção de 35 mil boe por dia em 2014 (Shell: participação de 80%; Petrobras 20%). Desde o primeiro óleo em 2003, os campos de Bijupirá & Salema estão próximos à marca de 100 milhões de boe produzidos.

Fonte: Guiaoffshore

13 de maio de 2013

ANP leiloa 20 lotes de gás natural da bacia do Parnaíba esta semana. O leilão acontece esta semana no Rio de Janeiro. Dos 20 lotes, 14 estão no Piauí e seis no Maranhão.

Nesta terça-feira e quarta-feira (14 e 15) no Rio de Janeiro, acontecerá a 11ª Rodada de Licitações de Petróleo e Gás onde serão leiloados 20 lotes da bacia do Parnaíba, sendo 14 no Piauí e seis no Maranhão. Cerca de 64 empresas demonstraram interesse em participar da rodada e podem adquirir os lotes para exploração de gás natural no Piauí. A Agência Nacional de Petróleo espera arrecadar cerca de R$ 2 bilhões no leilão. 

Os lotes no Piauí estão numa área de 22 mil km² distribuídos em 34 cidades. É a primeira vez que o Piauí participa da rodada de licitações.

Para o secretário de Mineração, Edson Ferreira, isso demonstra a viabilidade da exploração do gás natural no estado, o que vai acarretar na geração de emprego, impulsionando a economia e o desenvolvimento do estado. Edson Ferreira acrescenta que a participação das 64 empresas na Rodada de Licitações mostra o interesse delas em realizarem investimentos na exploração de gás natural, e o Piauí, agora está incluído nas áreas que devem receber estes investimentos.

Os últimos estudos mostram a viabilidade da exploração de petróleo e gás natural no Piauí. Entre as 64 empresas que fizeram o cadastro para participar do leilão estão a OGX, Petrobrás, Queiroz Galvão, a Shell e outras multinacionais.

As cidades piauienses que estão na área dos lotes que serão leiloados  são Alvorada do Gurguéia, Amarante, Antonio Almeida, Arraial, Baixa Grande do Ribeiro, Bertolínia, Cajazeiras do Piauí, Canavieira, Canto do Buriti, Colônia do Gurguéia, Currais, Elizeu Martins, Flores do Piauí, Floriano, Francisco Ayres, Guadalupe, Itaueira, Jerumenha, Landri Sales, Manoel Emídio, Marcos Parente, Nazaré do Piauí, Oeiras, Pajeú do Piauí, Palmeira do Piauí, Pavussu, Porto Alegre do Piauí, Regeneração, Ribeiro Gonçalves, Rio Grande do Piauí, São Francisco do Piauí, São José do Peixe, Sebastião Leal e Uruçuí.

9 de setembro de 2012

As 10 maiores companhias do mundo, segundo a Fortune

Diferente do ranking do ano passado, o Walmart não é mais a maior companhia do mundo, segundo levantamento feito pela revista Fortune.

O primeiro lugar no pódio agora é ocupado pelo grupo anglo-holandês Shell - em 2011, a companhia estava na segunda colocação.

Com faturamento de quase meio trilhão de dólares, no ano passado, a Shell somou lucro de 7,7 bilhões de dólares nos três primeiros meses deste ano, alta de 11% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Confira a lista abaixo:

1º. Royal Dutch Shell: US$ 484 bilhões (R$ 985 bilhões)


2º. Exxon Mobil: US$ 452 bilhões (R$ 920 bilhões)

 
3º. Wal-Mart Stores: US$ 446 bilhões (R$ 907 bilhões)

 
4º. BP: US$ 386 bilhões (R$ 785 bilhões)

 
5º. Sinopec Group: US$ 375 bilhões (R$ 763 bilhões)


6º. China National Petroleum: US$ 352 bilhões (R$ 716 bilhões)
 
 
7º. State Grid: US$ 259 bilhões (R$ 527 bilhões)
 
 
8º. Chevron: US$ 245 bilhões (R$ 498 bilhões)
 
 
9º. ConocoPhillips: US$ 237 bilhões (R$ 482 bilhões)
 
 
10º. Toyota Motor: US$ 235 bilhões (R$ 478 bilhões)


No ranking divulgado em Julho deste ano, a Petrobras aparece como a 23ª maior companhia do mundo, com faturamento líquido de 145,9 bilhões de dólares. A Petrobras ganhou 11 posições no ranking. Em 2011, a estatal figurava como a 34ª maior do mundo.

Fonte: Revista Fortune
 

 

18 de abril de 2012

Plataforma Prelude FLNG da SHELL

A Prelude FLNG será a primeira e maior unidade de produção e liquefação de gás offshore do mundo.
A Shell Austrália, acaba de bater o martelo na ultima sexta feira, e aprovar o grande projeto “Prelude FLNG”, que demandam investimentos na ordem de 12 bilhões de dólares! A previsão é a entrada em operação até o ano de 2017. Para a economia da Austrália o projeto irá significar 45 bilhões de dólares na balança comercial o desenvolvimento deste campo.

Sempre souberam que há muito gás e óleo na costa da Austrália, porem condições climáticas, e a proibição de construção de oleodutos submarinos, sempre tornou proibitiva a extração e produção dos hidrocarbonetos naquele país. Mas a Shell junto com a Total da França, e Inpex do Japão, desenvolveram um novo conceito de FPSO, que na verdade é um FLNG-Floating Liquefied Natural Gas, esta unidade será a maior já construída no mundo, e também será o maior objeto flutuante do mundo.

A construção será feita nos estaleiros Samsung na Coreia do Sul, em parceria com a Tecnip, que também fará a instalação da unidade no campo, em lâmina d’água de 250 metros.

Projeto audacioso à prova de tufões Segundo a Shell, foram gastas mais de 1.600.000 mil horas de pesquisas para chegar a este tipo de projeto, e outra grande novidade esta no sistema de ancoragem. Segundo eles será o mais reforçado já projetado, terá o mais alto Turrent system, já instalado num navio, a escolha do sistema Turrent foi decisiva, pois as condições climáticas na costa da Austrália e Mar de Timor, não são nada agradáveis nas temporadas dos Tufões, e por isso este projeto é feito para suportar Tufões cat. 5 (a mais alta categoria), e poderá operar com navios LNG aliviadores em condições de vento e correntes fortes. Dimensões Com 488 metros de comprimento, 74 metros de boca 600 mil toneladas quando em carga total. Somente na construção serão usadas 260 mil toneladas de aço, 3 vezes mais aço do que usado na construção da ponte Golden Gate. Cada esfera de armazenagem, terá o equivalente há 175 piscinas olímpicas. Será maior do que 4 campos de futebol.

Liquefação no mar
A grande vantagem do projeto, será a planta de liquefação que esta unidade terá no convés, pois ai o gás poderá ser comprimido 600 vezes, à uma temperatura de -162° Celsius. Com isso uma grande quantidade de gás poderá ser armazenada nos tanques, e depois aliviada para navios LNG (gaseiros), mas um revolucionário sistema irá usar água gelada do mar para ajudar a reduzir mais espaço no convés, esta água gelada irá circular em torno dos tanques,  judando a manter baixa a temperatura.

O grande desafio foi desenvolver uma planta destas sobre um casco, pois em terra estas plantas são enormes, porem esta é 4 vezes menor e com a mesma capacidade de processamento. Ela poderá armazenar até 200 mil metros cúbicos de LNG e 90 mil metros cúbicos de LPG, e 126 mil metros cúbicos de condensado.

15 de setembro de 2011

Shell abre inscrições para 30 vagas em programa de estágio

A Shell Brasil Petróleo está com as inscrições abertas para o Programa Central de Estágio.
O processo seletivo oferece 30 vagas para estudantes dos cursos de Administração, Comunicação, Contabilidade, Direito, Economia, Informática e Engenharias. As oportunidades são para o Rio de Janeiro e início no segundo semestre de 2011. O prazo de inscrições no segue até o dia 6 de setembro pelo site www.vagas.combr/estagioshell.

Por meio do programa, a Shell pretende formar um banco de talentos com futuros profissionais e líderes, principalmente para as áreas de negócio em expansão, como Exploração e Produção e Lubrificantes, onde há atualmente a maior concentração de oportunidades de estágio. Para ingressar no Programa Central de Estágio Shell, o universitário deve ter previsão de formatura entre junho e dezembro 2013.

Os candidatos serão avaliados em cinco etapas eliminatórias entre elas: triagem de currículos, prova online de conhecimentos gerais, raciocínio lógico e inglês, dinâmica de grupo e entrevistas individuais.

Desenvolvimento profissional
Ao ingressar no Programa, o estudante fará parte de uma metodologia de desenvolvimento e integração, gerenciada pela área de Recursos Humanos, com o objetivo de incentivar e agregar valor e conhecimento ao período de estágio. Assim, o futuro profissional terá a oportunidade de participar de palestras internas com executivos da empresa, grupos de discussão, estudos de caso e visitas aos pontos de fabricação dos produtos da Shell.

Os estagiários serão acompanhados diretamente por um supervisor, responsável pela definição de metas e avaliação de resultados. Todas as vagas são anunciadas na intranet da companhia o que permite ao estagiário a oportunidade de se movimentar na empresa e conhecer diferentes áreas do negócio.

Para os estagiários que estiverem a seis meses da formatura, serão realizados workshops com foco em plano de carreira e avaliação do período de estágio. Todas essas atividades ajudarão os estudantes a conhecer melhor a empresa e consolidar o trabalho na Shell.

Além das vagas abertas pelo programa no Rio de Janeiro, a Shell possui ainda estagiários em outros locais, como São Paulo, Brasília e Bahia. O processo de seleção para essas vagas acontece pontualmente, de acordo com a demanda local, e conta com as mesmas etapas de avaliação.

Programa de Estágio Shell 2011
• Carga horária: 4 horas por dia, podendo ser de 6 horas no período de férias universitárias
• Bolsa-auxílio: R$ 1.250 para 4 horas e R$ 1.875 para 6 horas durante o período de férias na universidade
• Recesso: 15 dias a cada seis meses
• Período de provas: No período de provas, a carga horária deve ser reduzida pela metade, de 4 para 2 horas
• Contrato: Renovável a cada seis meses com prazo máximo de dois anos
Processo Seletivo
• Triagem de currículos
• Provas online de conhecimentos gerais, raciocínio lógico e inglês
• Dinâmica de grupo
• Entrevistas individuais com o RH e o supervisor da vaga
Informações adicionais
• Perfil do candidato: Universitários
• Cursos: Administração, Comunicação, Contabilidade, Direito, Economia, Informática e Engenharias
• Previsão de formatura: De junho a dezembro de 2013

Inscrições pelo site  www.vagas.com.br/estagioshell