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10 de dezembro de 2014

Certificado ou Conhecimento?

Hoje gostaria de abordar um assunto um tanto polêmico, mas que vale a pena discurtir sobre ele.
Quero começar com uma pergunta: O que as pessoas querem quando se matriculam em cursos? Certificado ou conhecimento?

 
Vasculhando pela internet, pude conferi um mercado (nada novo) de venda de certificados. Como eu mencionei, não é um 'negócio novo', mas confesso que fiquei estarrecido com as novidades que esse negócio oferece aos que o buscam (que me nego a chamar de estudante). É possível encontrar sites que vendem diversos certificados, com carga horária variada. E sabe o que é pior? Tem gente que compra.
 
Agora me diga: o que eles estão comprando? Materiais didáticos com páginas em branco? Cursos online com métodos e informações duvidosas? Talvez nem isso. O que se compra é apenas o papel e a 'cara de pau' de dizer: "fiz um curso X". O que essas pessoas pensam que ganham com isso?
 
Já foi o tempo em que ter um certificado pendurado na parede era status; hoje a realidade é bem outra, é preciso mostrar na prática (no dia a dia), que de fato a pessoa tem conhecimento. E é justamente por pensarem que podem 'comprar' que o mercado no Brasil está tão decadente.
 
É só olhar para alguns currículos e se espantar com as inúmeras ('falsas') qualificações, especializações, MBAs, cursos de idiomas, e todo um blá, blá, blá. Basta fazer um teste prático, aí se descobre que o portador daquele 'super' currículo não é tudo aquilo que ele se auto descreveu.
 
A culpa é de quem? Do certificado ou do conhecimento? Não se iluda por títulos e certificados, dê importância para o conhecimento e do resultado. Os melhores profissionais são aqueles que não se importam somente com o TER, mas sim com o SABER (com o conhecer).
 
Reflita: O que você quer para sua vida profissional?

30 de março de 2011

Transpetro abre 386 vagas para suboficiais e guarnição da Marinha Mercante

A Transpetro abriu no último dia 21/03, processo seletivo público para admissão imediata de 386 suboficiais e guarnição da Marinha Mercante nos navios da sua frota. As vagas disponíveis são para as categorias de auxiliar de saúde, eletricista, mecânico, moço de convés, moço de máquinas, cozinheiro e taifeiro. A inscrição é gratuita e termina no dia 6 de junho. O edital e a ficha de inscrição estão disponíveis no site da Subsidiária (www.transpetro.com.br) ou poderão ser retirados nos endereços listados no edital. A garantia de remuneração mínima varia de R$ 2.629,87 a R$ 4.688,84, dependendo da categoria.

Serão cadastrados os 483 candidatos melhor classificados no concurso. Deste total, 386 terão admissão imediata. Farão parte do cadastrado de reserva 56 candidatos para mecânico, dos quais 45 para admissão imediata; 64 para eletricista, dos quais 51 para admissão imediata; 41 para auxiliar de saúde, dos quais 33 para admissão imediata; 130 para moço de convés, dos quais 104 para admissão imediata; 134 para moço de máquinas, dos quais 107 para admissão imediata; 33 cozinheiros, dos quais 26 admissões imediatas; e 25 para taifeiro, dos quais 20 para admissão imediata.

A empresa oferece diversos benefícios como auxílio-creche, ensino pré-escolar, fundamental, médio e programa jovem universitário para os dependentes, plano de saúde, seguro de vida em grupo, benefício-farmácia, programa de assistência especial (PAE) e plano de previdência complementar.

O processo seletivo público será constituído de prova de títulos e comprovação de experiência profissional como embarcado, de caráter eliminatório e classificatório; as demais fases, compostas por avaliação de conhecimentos específicos e qualificação biopsicossocial, serão de caráter eliminatório.

Subsidiária de logística de transporte da Petrobras, a Transpetro deve admitir, até 2013, cerca de 1.700 marítimos de todas as categorias. A demanda crescente desses profissionais é consequência do aquecimento do setor naval, decorrente, sobretudo, do Programa de Modernização e Expansão da Frota da Transpetro (Promef), com a encomenda de 49 navios a estaleiros brasileiros.

29 de dezembro de 2010

Saiu Edital do Concurso da Petrobras para 2011

Meus amigos, o ano sequer começou e a Petrobras já se movimenta para mais um concurso público devido a necessidade de preencher seu quadro de funcionários. As incrições pela internet vão do dia 10/01 a 27/01/2011 com várias oportunidades, sendo sa maioria a nível técnico. Vale a pena estudar e fazer este concurso, vale ressaltar, que hoje é um dos mais cobiçados do país devido seu plano de carreira e benefícios. Abaixo segue link para quem deseja baixar o edital. Boa sorte para quem fará a prova!

29 de novembro de 2010

Petrobras prevê Concurso para o Ano de 2011

Galera a Petrobras abrirá concurso público no ano que vem, informação que encontrei no site do G1, segundo o gerente de gestão de efetivo, Lairton Correa, a previsão é de que aproximadamente 6 mil novos empregados sejam contratados até 2013 por meio de concursos. A empresa tem atualmente cerca de 58 mil funcionários – em 2013 projeta chegar a 64 mil.

Os cargos na estatal são de nível médio e superior (veja a lista completa ao fim da reportagem). Os salários variam de R$ 1.647,19 a R$ 5.685,07. Além do salário-base, a empresa oferece participação nos lucros, previdência complementar, benefícios educacionais para filhos de empregados (da creche ao ensino médio) e plano de saúde (médico, odontológico, psicoterápico e benefício farmácia).

"O RH [departamento de recursos humanos] trabalha estreitamente com o planejamento estratégico da Petrobras, vê o efetivo existente e o efetivo necessário. À medida que a necessidade de cada área vai sendo atendida, novos processos seletivos são abertos”, explica Correa.

Sobre o concurso de 2011, o gerente não informou em qual mês deve ser lançado o edital e nem o número de vagas. “Neste momento o RH está consolidando as necessidades de cada área, cargo a cargo, localidade por localidade, levando em conta cada unidade da Petrobras. Aí faz novo processo seletivo, move empregados experientes para as atividades novas, e supre [as vagas que ficaram abertas] com o pessoal que está chegando”.

De acordo com Correa, as novas contratações têm a ver com as novas descobertas do pré-sal, reposição de pessoas que saem da empresa e abertura de novas unidades, principalmente refinarias.

Os cargos com maior demanda de vagas atualmente são engenheiros (equipamentos, petróleo, processamento e naval), geólogos, geofísicos (todos de nível superior), técnicos de manutenção e de operação (que exigem formações técnicas). “O principal foco é na linha de engenharia e de técnico de nível médio”, diz.

Pesquisa sobre a vida do candidato
Questionado sobre a prática da Petrobras de fazer o levantamento sociofuncional dos aprovados nos concursos, Correa disse que “o objetivo é ter um quadro de empregados mais idôneo possível dentro da companhia" e que “a intenção não é eliminar candidatos”.

Em setembro passado, jornais divulgaram que um inquérito da Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo concluiu que policiais civis da Divisão de Capturas, do Departamento de Identificação e Registros Diversos (Dird), teriam quebrado ilegalmente o sigilo funcional de diversas pessoas, que tiveram os dados vasculhados no período de dez anos, de 2000 a 2009, a pedido da Petrobras. Essas pessoas seriam candidatas a vaga na estatal ou em empresas terceirizadas contratadas por ela. Em nota, a estatal negou ter solicitado a quebra de sigilo.

O gerente afirma que a avaliação sociofuncional está explicitada no edital dos concursos e é feita para os que foram aprovados nas provas de conhecimentos gerais e específicos. “É uma ficha que o candidato preenche quando vai comprovar os requisitos exigidos no edital quando o processo admissional está em andamento. A empresa faz uma investigação nos órgãos oficias do governo existentes no país sobre a pessoa nas questões judiciais e no que há de oficial no mercado, como o Serasa. Não tem investigador que vai atrás de candidatos, são dados coletados que já existem no mercado”, explica.

Segundo ele, a companhia verifica se o candidato está envolvido em uma ação judicial ou em algum processo de julgamento. “É para ver o perfil das pessoas que estão vindo para a nossa organização, ajuda no planejamento e nos processos. E podemos ter uma situação inadequada como já aconteceu de identificar um foragido da Justiça quando você vai fazer uma análise dos processos dessas pessoas. É para ter um quadro de empregados dentro da companhia mais idôneo possível, a intenção não é eliminar candidatos, é identificar ações que podem ser trabalhadas, evidentemente que, se você tem uma situação em que precisa eliminar, ele é eliminado. Isso está previsto no edital”, diz o gerente.

Tecnólogos não são aceitos
Segundo Correa, não está nos planos da companhia aceitar os tecnólogos, que têm diploma de curso superior, mas não título de bacharel, já que a duração dos cursos é menor, de dois a três anos. “Quando o plano de cargos da Petrobras foi desenvolvido, com consultas a todas as áreas e atividades, o requisito tecnólogo não apareceu em nenhum dos estudos que foram feitos”, afirma. “A exigência é de formação plena, aquele bacharelado que dá à pessoa a condição de um conhecimento maior. Se com a formação plena nós precisamos complementar a educação dentro da companhia, imagina se fosse para um tecnólogo, esse tempo de formação seria muito maior”, afirma.

A Petrobras diz que complementa a formação dos profissionais porque o mercado não oferece a mão-de-obra especializada que a empresa precisa. No caso dos cargos de nível médio e técnico, os profissionais fazem um curso na própria unidade onde irão trabalhar.

Os que irão atuar em cargos de nível superior fazem a universidade que fica dentro da Petrobras. De acordo com Correa, há cerca de 1,5 mil alunos/dia dentro da universidade. "Não é só para formação e complementação, mas para continuidade de educação dentro das áreas", diz. A duração dos cursos varia de dois a 12 meses.

Terceirizados
O número de novas vagas projetado pela Petrobras não leva em conta a possível substituição de terceirizados na empresa. Em agosto, o Tribunal de Contas da União (TCU) recomendou que estatais como a Petrobras trocassem, no prazo de cinco anos, os servidores terceirizados por profissionais contratados por meio de concurso público.

O TCU informou, na época, que na companhia havia 144 mil terceirizados e que 47 mil (33%) já trabalhavam para a estatal sem ter realizado concurso há mais de dois anos. Correa disse que precisaria fazer uma pesquisa para saber o número exato de terceirizados que prestam serviços para a estatal.

Principais áreas
A mão de obra que entra por concurso é absorvida em quatro grandes áreas da empresa, segundo Correa. A parte de exploração e produção, que contempla as operações das plataformas e nos campos de petróleo, emprega técnicos que trabalham com perfuração de poços e fazem manutenção de equipamentos, por exemplo. No nível superior são contratados engenheiros de petróleo, geólogos, geofísicos e engenheiros de equipamento.

Na área de refinaria são contratados operadores e técnicos de manutenção e engenheiros de processamento e equipamento.

Na área de engenharia (construções e obras em geral) são empregados técnicos de manutenção e engenheiros de equipamentos, por exemplo. De acordo com Correa, também vem aumentando a demanda por funcionários nas áreas de gás e energia.