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15 de julho de 2016
Produção de 25 plataformas da Petrobras será suspensa
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12 de julho de 2016
Clima é de confiança na retomada da indústria de petróleo e gás
Brasília - Novas reuniões com membros do governo interino de Michel Temer ampliaram o clima de confiança e a sensação do setor de petróleo e gás de que a indústria pode se recuperar com mais velocidade e, inclusive, puxar a retomada do crescimento econômico, na avaliação do secretário-geral do IBP (Instituto Brasileiro de Petróleo), Milton Costa Filho. As informações são da Agência Brasil.
Costa Filho citou o exemplo do novo presidente da Petrobras, Pedro Parente, e do novo secretário de Petróleo e Gás do Ministério de Minas e Energia, Márcio Félix. "O próprio novo ministro [Fernando Coelho Filho] está se mostrando muito interessado na indústria, fazendo uma interlocução muito positiva. Isso cria um clima de otimismo e de confiança", disse Costa Filho, após participar de evento com representantes do Rio Convention e Visitors Bureau sobre as oportunidades criadas na área de turismo do Rio de Janeiro pelo setor de petróleo e energia.
Outro ponto considerado positivo para o futuro da indústria petrolífera foi a aprovação pelo CNPE (Conselho Nacional de Política Energética), na semana passada, da continuidade dos estudos sobre campos e blocos de petróleo e gás que poderão ser oferecidos na 14ª rodada de licitações da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Combustíveis Renováveis). "A gente espera que venha uma rodada que possa realmente atrair investidores".
A possibilidade de aprovação na Câmara dos Deputados do projeto do então senador José Serra que retira da Petrobras a obrigatoriedade de ser operadora única dos campos do pré-sal constituirá, segundo o secretário-geral do IBP, "um sinal maravilhoso para atrair novos investidores e empresas para a nossa indústria". O IBP reivindica também que a política de conteúdo local no setor de petróleo e gás seja mais realista, de modo a beneficiar a cadeia nacional de fornecedores de produtos e serviços.
A indústria está concentrando agora sua atenção no anúncio do próximo plano de negócios da Petrobras, previsto para o final deste mês, que deixará claro o posicionamento da companhia daqui para a frente. A expectativa é que a estatal vai investir menos nas áreas de refino, logística e distribuição de gás e se concentrar mais na parte de geração. "Se for feito dessa forma, vai gerar uma série de oportunidades". A indústria aguarda ainda o anúncio de diversas medidas do governo para retomada do setor. "O clima é de confiança".
Costa Filho aposta no potencial de recuperação não só da Petrobras, mas da indústria de petróleo e gás como um todo. Segundo dados do IBP, o Brasil é o 13º maior produtor de petróleo do mundo e o 5º maior mercado consumidor de derivados global, representando 3% de toda demanda mundial. A indústria de petróleo e gás é responsável, também, pela geração de 10% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro e por 30% do PIB do estado do Rio de Janeiro. "Tem oportunidades imensas aqui. Os empresários estão aguardando decisões para ver se direcionam seus investimentos no Brasil, ou não".
Fonte: Valor Ecônomico
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19 de janeiro de 2016
Oportunidades Swift Worldwide Resources
Swift Worldwide Resources é uma Multinacional com mais de 30 anos especializada no mercado de óleo e gás. Hoje opera em mais de 35 países e tem uma capacidade completa para oferecer soluções globais para a indústria de petróleo e gás. Fornecemos mão de obra global para algumas das melhores e mais respeitadas empresas no setor. Esta posição é construída sobre a nossa dedicação ao longo de muitos anos, e nossa capacidade de fornecer soluções superiores e os melhores candidatos para os nossos clientes.
Swift busca currículos para atualizar seu banco de dados:
AUTOMATION SUPERVISOR
Requisitos:
– Ensino técnico ou superior completo em Eletrônica, Automação & Controle, Eletroeletrônica;
– Inglês avançado para conversação;
– Estar familiarizado com ambiente de manutenção eletrônica;
– Atuação prévia em cargos de liderança.
Experiências:
– Experiência sólida na área de controle & automação;
– Experiência prévia no segmento de O&G/ Offshore;
– Experiência com manutenção planejada em equipamentos;
– Experiência com sistemas Sinergy, Worksafe e outros.
Interessados favor enviar currículo com pretensão salarial para nathalia.rondelli@swiftwwr.com, no campo assunto colocar o nome da vaga.
Swift recruta Analista em Perda Energética para trabalhar em um de seus clientes, empresa multinacional do segmento de energia, para atuar em São Gonçalo – RJ:
ANALISTA DE PERDA ENERGÉTICA
Requisitos:
– Ensino Superior Completo em Engenharia Elétrica ou Eletrônica (Imprescindível);
– Inglês mínimo Intermediário (para relatórios e apresentações);
– Residência no Rio de Janeiro ou completa disponibilidade de mudança, sem auxílio da empresa contratante;
– Conhecimento avançado de Excel e Access.
Experiências:
– Experiência prévia com balanço energético e cálculos de perdas de energia;
– Experiência na área de perda energética;
– Experiência prévia em empresas com capacidade para geração energia própria ou distribuidoras de energia.
Desejável:
– Conhecimento de VBA.
Atividades:
– Elaboração do balanço energético da empresa;
– Elaboração do balanço energético das obras de Rede de DAT (Distribuição Área Transversal), por região elétrica e nível de tensão;
– Realizar cálculos de perdas técnicas em Alta e Média Tensão, com dados de medição;
– Responsável pela análise de perda de energia da rede, com foco na perda comercial;
– Realizar diagnósticos e análises das perdas.
Interessados que atendam aos requisitos, favor enviar currículo com pretensão salarial para julianna.santanna@swiftwwr.com, no campo assunto colocar o nome da vaga.
Swift recruta Especialista em Perda Energética para trabalhar em um de seus clientes, empresa multinacional do segmento de energia, para atuar em São Gonçalo – RJ:
ESPECIALISTA EM PERDA ENERGÉTICA
Requisitos:
– Ensino Superior Completo em Engenharia Elétrica ou Eletrônica (Imprescindível);
– Inglês mínimo Intermediário (para relatórios e apresentações);
– Residência no Rio de Janeiro ou completa disponibilidade de mudança, sem auxílio da empresa contratante;
– Conhecimento avançado de Excel e Access.
Experiências:
– Experiência prévia com balanço energético e cálculos de perdas de energia;
– Experiência consolidada na área de perda energética;
– Experiência prévia em empresas com capacidade para geração energia própria ou distribuidoras de energia.
Desejável:
– Pós-graduação na área;
– Conhecimento de VBA.
Atividades:
– Elaboração do balanço energético da empresa;
– Elaboração do balanço energético das obras de Rede de DAT (Distribuição Área Transversal), por região elétrica e nível de tensão;
– Realizar cálculos de perdas técnicas em Alta e Média Tensão, com dados de medição;
– Responsável pela análise de perda de energia da rede, com foco na perda comercial;
– Realizar diagnósticos e análises das perdas.
Interessados que atendam aos requisitos, favor enviar currículo com pretensão salarial para julianna.santanna@swiftwwr.com, no campo assunto colocar o nome da vaga.
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13 de janeiro de 2016
ANP propõe novo cálculo de royalties do petróleo
Proposta da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) para alterar o cálculo do dinheiro repassado pela Petrobras a Estados e municípios —os chamados royalties– pode criar uma conta bilionária para a estatal, que já enfrenta dificuldades financeiras.
A medida, colocada em consulta pública nesta semana, representaria uma arrecadação adicional de cerca de R$ 1 bilhão por ano, segundo projeção do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE) com base na arrecadação de 2015. Grande parte desses recursos seria repassado ao Rio e à União.
ENTENDA OS ROYALTIES
Os royalties são uma compensação financeira pela extração de recursos naturais, paga à União e aos municípios e Estados produtores.
O cálculo dessa compensação, em vigor desde o ano 2000, considera o volume extraído e o preço do petróleo de cada campo —que varia de acordo com a qualidade do petróleo, ou seja, o tipo de combustível que ele produz, em comparação com o petróleo Brent, referência global.
Petróleos mais pesados, como os da bacia de Campos, produzem menos gasolina e diesel e tendem a ter um desconto maior com relação ao Brent. Já o óleo do pré-sal é mais leve e mais valorizado.
As mudanças técnicas propostas pela ANP reduzem os descontos dos petróleos mais pesados. Segundo maior produtor do país, o campo de Roncador teria um preço de referência 8,9% maior em 2015 caso a nova fórmula estivesse em vigor, de acordo com a simulação da ANP.
O maior produtor do Brasil, Lula, no pré-sal da bacia de Santos, subiria 3,4%.
Na média, a proposta eleva em 7% o preço de referência dos 20 maiores campos do país, responsáveis por quase 90% da produção nacional.
QUEM PERDE OU GANHA
Além de elevar o custo da Petrobras, a proposta vem em um momento em que as petroleiras preparam-se para questionar duas leis sancionadas pelo governo do Rio no fim do ano, que criam impostos e taxas sobre a produção.
Como o petróleo é uma commodity —cujos preços são fixados internacionalmente—, qualquer aumento de custos representa perda de rentabilidade. Procurados, nem a Petrobras nem o Instituto Brasileiro do Petróleo (IBP), que representa as petroleiras, comentaram.
Defendida em reuniões na agência pelo próprio governador Luiz Fernando Pezão (PMDB), que enfrenta problemas financeiros no Estado, a mudança beneficia principalmente o Rio de Janeiro.
Em 2015, o governo estadual e municípios fluminenses ficaram com 33% da arrecadação de royalties do petróleo no país. Mas ficariam com a maior parte do aumento, porque os campos mais afetados ficam em frente ao litoral fluminense.
A proposta ficará em consulta pública até 10 de março, para críticas e discussão com os envolvidos.
A ANP, porém, tem autonomia para fazer a mudança.
Fonte: Folha de São Paulo
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21 de outubro de 2013
Grupo com Petrobras e Shell vence o leilão
Grupo também é composto pelas chinesas CNPC e CNOOC.
O consórcio formado pelas empresas Petrobras, Shell, Total, CNPC e CNOOC arrematou nesta segunda-feira (21) o campo de Libra e foi o vencedor do primeiro leilão do pré-sal sob o regime de partilha – em que parte do petróleo extraído fica com a União.
Único a apresentar proposta, contrariando previsões do governo, o consórcio ofereceu repassar à União 41,65% do excedente em óleo extraído do campo – percentual mínimo fixado pelo governo no edital. Nesse leilão, vencia quem oferecesse ao governo a maior fatia de óleo. O consórcio vencedor também terá que pagar à União um bônus de assinatura do contrato de concessão no valor de R$ 15 bilhões. Segundo a Agência Nacional do Petróleo (ANP), esse valor deve ser pago de uma vez. O pagamento tem que estar depositado para que o contrato seja assinado – o que a Magda Chambriard, diretora geral da agência, previu que aconteça em cerca de 30 dias.
A Petrobras deverá arcar com 40% desse pagamento porque terá a maior participação no consórcio vencedor (40%). Isso porque, embora a proposta aponte uma fatia de 10% para a estatal, a empresa tem direito, pelas regras do edital, a outros 30%. A Shell e a francesa Total terão 20% (cada uma). Já as chinesas CNPC e CNOOC terão 10% cada.
Total e Shell surpreenderam
Analistas afirmam que a entrada das empresas Shell e Total no consórcio vencedor surpreendeu. Isso porque o regime de partilha é visto por eles como desvantajoso para as empresas participantes.
Analistas afirmam que a entrada das empresas Shell e Total no consórcio vencedor surpreendeu. Isso porque o regime de partilha é visto por eles como desvantajoso para as empresas participantes.
“Já era esperado que teria só um consórcio e que a Petrobras entraria. Eu acho que a única surpresa é a Shell e a Total terem entrado, porque num primeiro momento as pessoas achavam que elas não entrariam”, disse o ex-presidente da ANP David Zylbersztajn.
Outro fato que surpreendeu no resultado do leilão foi a pequena participação das estatais chinesas. CNPC e CNOOC terão 10% do consórcio cada. Analistas do setor acreditavam que as empresas asiáticas liderariam a rodada, devido à grande necessidade de petróleo na China, que é um dos maiores consumidores mundiais.
O campo de Libra
O campo de Libra fica na chamada Bacia de Santos, a cerca de 170 quilômetros do litoral do estado do Rio de Janeiro. A sua área é de cerca de 1.500 quilômetros quadrados. De acordo com o governo, é a maior área para exploração de petróleo do mundo. A estimativa é que Libra chegue a produzir 1,4 milhão de barris por dia, quase cinco vezes a produção do campo de Marlim Sul, que hoje ocupa a liderança no Brasil com 284 mil barris diários. Segundo a ANP, o maior campo do mundo, de Ghawar Field, na Arábia Saudita, tem de 75 bilhões a 83 bilhões de barris recuperáveis e produção média diária de 5 milhões de barris.
O campo de Libra fica na chamada Bacia de Santos, a cerca de 170 quilômetros do litoral do estado do Rio de Janeiro. A sua área é de cerca de 1.500 quilômetros quadrados. De acordo com o governo, é a maior área para exploração de petróleo do mundo. A estimativa é que Libra chegue a produzir 1,4 milhão de barris por dia, quase cinco vezes a produção do campo de Marlim Sul, que hoje ocupa a liderança no Brasil com 284 mil barris diários. Segundo a ANP, o maior campo do mundo, de Ghawar Field, na Arábia Saudita, tem de 75 bilhões a 83 bilhões de barris recuperáveis e produção média diária de 5 milhões de barris.
O óleo presente no campo de Libra é do tipo leve, que tem maior valor de mercado. A ANP estima que, entre 2013 e 2016, sejam investidos cerca de R$ 400 bilhões no setor de petróleo e gás no país – boa parte desse valor vai ser demandada pela exploração de Libra, com a compra de bens e serviços. Segundo especialistas, o início da produção pode levar de 5 a 10 anos, a depender da geologia do local e dos investimentos feitos pela empresa vencedora. O pico da produção pode levar 15 anos para ser atingido.
As empresas
Sobre o modelo de partilha, o presidente da Shell do Brasil, André Araujo, disse que já conhece as condições do contrato há bastante tempo e não é uma surpresa que vem hoje para eles. "Com a experiência que nós temos em exploração de águas profundas a gente via poder contribuir com esse consórcio e a gente sabe que é do interesse de todo mundo que faz parte desee consórcio que ele seja bem sucedido".
Sobre o modelo de partilha, o presidente da Shell do Brasil, André Araujo, disse que já conhece as condições do contrato há bastante tempo e não é uma surpresa que vem hoje para eles. "Com a experiência que nós temos em exploração de águas profundas a gente via poder contribuir com esse consórcio e a gente sabe que é do interesse de todo mundo que faz parte desee consórcio que ele seja bem sucedido".
Ele não quis comentar a estratégia do consórcio. "Eu estou muito satisfeito porque ele se compõe da empresa líder em exploração em águas profundas. Estamos satisfeitos porque a Petrobras teve 10% e mostra o interessa da Petrobras dentro do projeto. Nós temos outras companhias que têm experiência internacional em exploração de águas profundas e isso faz com que o consórcio tenha um bom desenho".
Fonte: G1
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