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15 de julho de 2016

Produção de 25 plataformas da Petrobras será suspensa

A Petrobras vai paralisar a produção em 25 plataformas por até um ano, enquanto negocia a venda das áreas para a iniciativa privada. A paralisação foi autorizada pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustível (ANP) na última semana. A estatal também solicitou a interrupção da produção em outras nove unidades, mas ainda precisará apresentar estudos para justificar o pedido.
As unidades estão situadas nos Estados de Bahia, Ceará, Rio Grande do Norte, Sergipe e Espírito Santo. Ao todo, as unidades com paralisação solicitada abrangem 24 campos maduros, sendo 11 em terra. A maior parte das áreas já integra o plano de desinvestimentos da companhia, apresentado em março, com 104 concessões que representam 2% da produção da estatal.
A autorização para a parada das unidades foi tomada no dia 4 de julho, em reunião de diretoria da agência. "Caso não tenha sucesso um possível processo de Cessão de Direitos, no dia útil seguinte ao final da paralisação deverá ser retomada a produção de cada campo, (...) discriminando as atividades e investimentos que serão implementados", diz a ata do encontro.
A ANP também determinou que, se a empresa não conseguir vender as áreas e constatar a "inviabilidade econômica" da produção, deverá antecipar o término dos contratos. Conforme resolução do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) deste ano, as áreas devolvidas ou com os contratos encerrados poderão ser alvo de novos leilões para pequenas empresas.
Em reunião com sindicalistas, na última terça-feira, o presidente da estatal, Pedro Parente, reforçou que não há "solução" para a petroleira sem a venda de ativos. Junto com diretores, o executivo falou que trabalha para "salvar" a companhia e indicou que estuda a entrada de um parceiro investidor na Transpetro para saldar dívidas da subsidiária.
Em resposta aos desinvestimentos, os sindicatos já iniciaram mobilização para um novo movimento grevista na estatal. Sindicatos do Norte e Nordeste, onde estão concentrados os campos terrestres já colocados à venda, iniciaram também na terça-feira assembleia para votar indicativo de greve a partir do próximo mês. 
Fonte: Agência Estado

12 de julho de 2016

Clima é de confiança na retomada da indústria de petróleo e gás

Brasília - Novas reuniões com membros do governo interino de Michel Temer ampliaram o clima de confiança e a sensação do setor de petróleo e gás de que a indústria pode se recuperar com mais velocidade e, inclusive, puxar a retomada do crescimento econômico, na avaliação do secretário-geral do IBP (Instituto Brasileiro de Petróleo), Milton Costa Filho. As informações são da Agência Brasil.
 
Costa Filho citou o exemplo do novo presidente da Petrobras, Pedro Parente, e do novo secretário de Petróleo e Gás do Ministério de Minas e Energia, Márcio Félix. "O próprio novo ministro [Fernando Coelho Filho] está se mostrando muito interessado na indústria, fazendo uma interlocução muito positiva. Isso cria um clima de otimismo e de confiança", disse Costa Filho, após participar de evento com representantes do Rio Convention e Visitors Bureau sobre as oportunidades criadas na área de turismo do Rio de Janeiro pelo setor de petróleo e energia.
 
Outro ponto considerado positivo para o futuro da indústria petrolífera foi a aprovação pelo CNPE (Conselho Nacional de Política Energética), na semana passada, da continuidade dos estudos sobre campos e blocos de petróleo e gás que poderão ser oferecidos na 14ª rodada de licitações da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Combustíveis Renováveis). "A gente espera que venha uma rodada que possa realmente atrair investidores".
 
A possibilidade de aprovação na Câmara dos Deputados do projeto do então senador José Serra que retira da Petrobras a obrigatoriedade de ser operadora única dos campos do pré-sal constituirá, segundo o secretário-geral do IBP, "um sinal maravilhoso para atrair novos investidores e empresas para a nossa indústria". O IBP reivindica também que a política de conteúdo local no setor de petróleo e gás seja mais realista, de modo a beneficiar a cadeia nacional de fornecedores de produtos e serviços.
 
A indústria está concentrando agora sua atenção no anúncio do próximo plano de negócios da Petrobras, previsto para o final deste mês, que deixará claro o posicionamento da companhia daqui para a frente. A expectativa é que a estatal vai investir menos nas áreas de refino, logística e distribuição de gás e se concentrar mais na parte de geração. "Se for feito dessa forma, vai gerar uma série de oportunidades". A indústria aguarda ainda o anúncio de diversas medidas do governo para retomada do setor. "O clima é de confiança".
 
Costa Filho aposta no potencial de recuperação não só da Petrobras, mas da indústria de petróleo e gás como um todo. Segundo dados do IBP, o Brasil é o 13º maior produtor de petróleo do mundo e o 5º maior mercado consumidor de derivados global, representando 3% de toda demanda mundial. A indústria de petróleo e gás é responsável, também, pela geração de 10% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro e por 30% do PIB do estado do Rio de Janeiro. "Tem oportunidades imensas aqui. Os empresários estão aguardando decisões para ver se direcionam seus investimentos no Brasil, ou não".

Fonte: Valor Ecônomico

27 de junho de 2016

Shell nega qualquer intenção de aumentar sua presença em Macaé

Depois de muitos boatos na cidade de Macaé, de que a Shell instalaria uma base no município gerando empregos e aquecendo a economia local. A Shell, através de seu gerente de relações com a imprensa da Shell Brasil Petróleo (Guilherme Monsanto), negou qualquer intenção de aumentar sua presença na cidade.
Há algum tempo se comenta em Macaé a possibilidade da Shell instalar uma base no prédio que era ocupado pela Petrobras, na Rodovia Amaral Peixoto (no Viaduto) na Praia Campista. Foi divulgado pelas redes sociais uma lista com diversas vagas de emprego, atribuindo a um 'contrato' entre a Shell e uma empresa de Recursos Humanos (o que já foi desmentido por tal empresa de RH), aumentando as especulações de que a empresa realmente estaria instalando uma base local.
A Shell negou qualquer intenção da empresa de aumentar sua presença no município de Macaé. A empresa permanece operando no campo de Bijupirá & Salema (a 145 km de Macaé), e mantém no polo de Macaé, o programa Shell Iniciativa Empreendedora, de incentivo ao empreendedorismo.
Confira abaixo a resposta da Shell através de Guilherme Monsanto.

Fonte: Diversidades.com

20 de maio de 2016

FMC e Technip Anunciam Fusão e Criam uma Empresa de $13 bilhões

PARIS- FMC Technologies Incorporação de serviços de Petróleo e a rival francesa Technip SA decidiram se fundir, formando um novo 'jogador' importante em uma indústria de energia abalada por uma queda de quase dois anos dos preços do petróleo.

A fusão resultará em uma nova empresa chamada TechnipFMC com um valor de cerca de $13 bilhões no mercado. A empresa combinada tinha $20 bilhões em receitas no ano passado, superior a Baker Hughes. Será uma rival em potencial para as maiores empresas de serviços de petróleo do mundo, como Halliburton e Schlumberger.

A união reúne a experiência em engenharia e construção da Technip (com sede em Paris) com o sistema e equipamentos sumersos da FMC (com sede em Houston). A fusão está prevista para ser concluída no início de 2017.

O acordo vem depois de uma onda de combinações envolvendo empresas americanas que adquirem empresas europeias, movendo o domicílio fiscal fora dos EUA, a fim de se beneficiar dos impostos mais baixos.

Technip e FMC Technologies: Como eles se comportam


As ações da Technip subiram 6,3%, e fecharam em 49,30 ($55,30) em Paris nesta quinta-feira depois que o negócio foi anunciado. FMC estava em baixa com cerca de 4% ($27,48) no final das negociações em Nova York.

A FMC tem enfrentado uma baixa demanda por seus equipamentos subsea, devido o recuo das empresas com projetos caros de exploração e produção de águas profundas.

A Technip no verão passado disse que iria cortar cerca de 6.000 empregos em uma reestruturação projetada para economizar mais de $900 milhões em dois anos.\ A empresa disse que venderia ativos e fecharia alguns dos seus negócios na Europa, Ásia e Brasil.

Fonte: The Wall Street Journal

4 de maio de 2016

Após tentativa frustrada de compra dos campos de Bijupirá e Salema, operados pela Shell na Bacia de Campos, a PetroRio (ex-HRT) quer voltar ao mercado e está atrás de um sócio para financiar novas aquisições. Executivos da petroleira brasileira embarcaram para Houston, nos Estados Unidos, onde participarão da OTC, uma das maiores feiras do setor de óleo e gás do mundo, em busca de fundos de investimento. O cenário de baixa dos preços do barril não favorece a missão.
Dona de apenas um campo de produção de petróleo, a PetroRio produz, hoje, cerca de 7 mil barris ao dia de óleo em Polvo, na Bacia de Campos, mas tem como meta atingir uma produção média de 100 mil barris/dia ao final de 2017.
Com caixa disponível de R$ 497 milhões ao final de 2015, a empresa apresentou uma proposta à Petrobras, recentemente, para aquisição de Baúna, no pós-sal da Bacia de Santos, o 12º maior campo do país, com produção de 38 mil barris diários. A expectativa é que o resultado da concorrência seja divulgado ainda em maio.
Além do programa de venda de ativos da Petrobras, a PetroRio avalia oportunidades de desinvestimentos de outras empresas no Brasil e na América Latina, onde a petroleira avalia inclusive campos terrestres. "Tem outras empresas colocando ativos à venda. Não é nosso plano ficar esperando [o programa de desinvestimentos da] Petrobras", disse o diretor de Projetos da PetroRio, Nelson Queiroz Tanure. "Tem muita coisa à venda no Brasil. Muitos projetos que começaram produzindo com o preço do barril alto e que se tornaram pouco atraentes para algumas petroleiras", complementou.
A companhia está de olho em ativos em fase de produção, com reservas mínimas de 50 milhões de barris e com capacidade para produzir acima de 20 mil barris ao dia. Segundo ele, no entanto, a PetroRio "olha tudo", desde ativos maduros como Bijupirá e Salema, a campos mais novos, como Baúna.
O importante, de acordo com Tanure, é que a companhia identifique oportunidades de redução de custos que permitam à empresa rentabilizar os negócios. "Primeiro olhamos custos. Tem um componente de custos com o qual temos que nos sentir confortáveis", disse.
Em 2015, a PetroRio chegou a anunciar a compra de Bijupirá e Salema, por US$ 175 milhões, mas o negócio fracassou, porque a petroleira não conseguiu chegar a um acordo com a Agência Nacional de Petróleo (ANP) para reduzir os valores da garantia financeira exigida para assegurar os investimentos no abandono dos campos.
"A experiência serve de curva de aprendizagem para novas aquisições. A ANP deixou claro que não aceitará revisar os custos de abandono no decorrer de processos de venda de ativos. Temos que ter certeza a partir de agora que os valores contidos nos planos de desenvolvimento sejam compatíveis", afirmou.

30 de abril de 2016

Shell compra a BG por US$ 53 bi; Brasil será país-chave para a nova empresa

A Shell anunciou que chegou a um acordo para comprar a rival BG por 53 bilhões de dólares. A empresa resultante da união deverá quadruplicar a produção de óleo e gás no Brasil até o fim da década, transformando o país no principal mercado de exploração e produção da companhia, afirmou o presidente global da Shell, Ben van Beurden.
Atualmente, as duas empresas produzem juntas cerca de 240.000 barris de óleo-equivalente por dia no país, segundo os últimos dados publicados pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A BG produziu 205.572 barris de óleo-equivalente em dezembro no Brasil e a Shell, 34.471.
"O Brasil será um dos três principais países para a Shell e, em uma perspectiva de upstream (exploração e produção), provavelmente será o país mais valioso em nosso portfólio", disse Beurden, em conferência de imprensa sobre a fusão, que passa a vigorar nesta segunda. "As duas companhias juntas deverão quadruplicar (a produção) até o fim desta década", disse o executivo, em visita ao Rio de Janeiro.

3 de fevereiro de 2016

Vagas Diversas - Macaé


Chrismar Engenharia está com vaga aberta para:

COORDENADOR DE OPERAÇÕES

Monitorar e acompanhar os projetos em andamento a fim de garantir sempre o melhor desempenho e entrega dos resultados;
Ser responsável pelo controle diário dos projetos em andamento, bem como garantir a entrega de todas as documentações diárias necessárias;
Participar do desenvolvimento de apostilas dos cursos de EX, H.V,NR­10, entre outras;
Coordenar, supervisionar e aprovar, bem como montar propostas técnicas e visitas técnicas referentes a diagnóstico e Adequação de NR10, e Sistema de Descargas Atmosféricas SPDA;
Responsável pelo direcionamento e supervisão de atividades para os demais colaboradores;
Ser responsável por controle e manutenção de material, ferramentas e instrumentos a serem usados nos projetos;

Local de Trabalho: Macaé ­ RJ


Para participar do processo seletivo, envie seu currículo para o e-mail: cramos@chrismarengenharia.com.br informando o nome da vaga.

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A empresa Petrustech Oil & Gas está com as seguintes vagas em aberto:

- SOLDADOR;
– CALDEIREIRO;
– INSPETOR DE SOLDA N1, LP/PM;
– PINTOR AIR LESS.


Todos com CBSP e Huet.

Salário A Combinar / Plano De Saúde Unimed Seguros / Plano Dental Bradesco / Seguro De Vida Em Grupo.


Interessados deverão enviar seu currículo para o email:
informando o nome da vaga que pretende concorrer.

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GERENTE DE QUALIDADE



Empresa contrata Gerente da Qualidade com experiência em implantação e manutenção das certificações IS0 9001:2008 e API SPEC Q1.

Tipo de vaga: Efetivo

Experiência necessária:
Experiencia na area da Qualidade: 3 anos

Formação acadêmica necessária:
Ensino superior

Idioma exigido: Se possuir inglês será um diferencial

Local de Trabalho: Macaé – RJ


Para se candidatar a esta vaga, acesse o site http://www.indeed.com.br/cmp/Vagas-On-Shore/jobs/Gerente-Qualidade-c2647cab630d352b e clique em Candidatar-se.

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Swift WWr está com vaga aberta para:

PLANNER OFFSHORE



Our Client is a big Oil & Gas company in Rio de Janeiro – RJ.
We are looking for a Planner, with the main skills:
Experience in Maintenace Planning
Advanced English.
Availability to work offshore, 14X14 rotation. (FPSO)

Please, send resume in English with salary expectation.


Para se candidatar a esta oportunidade, envie seu currículo para o e-mail carolina.kimus@swiftwwr.com ou cadastre-se no site oficial da Swift WWR em http://www.swiftworldwideresources.com/job-opportunities/planner-offshore-job-opportunity-brazil/29924

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A Elfe Serviços está com vaga em aberto para:


ALMOXARIFE



A Elfe Serviços atua em mais de 5 sondas offshore, além de perfuração e workover de poços terrestres. Adicionalmente, realiza o monitoramento e a manutenção dos dutos, além de manutenção e recuperação de peças e equipamentos de exploração e produção de petróleo e gás natural.

Confira as vagas abertas no momento:

Atuará com conferência de nota de recebimento e saída, separação de peças conforme romaneio, inventário periódico, organização de estoque e estocagem de materiais.

Qualificação: 
Desejável experiência como almoxarife.

Formação:
Ensino médio completo.

Local de Trabalho: Macaé / RJ – 1 vaga


Interessados deverão encaminhar seu currículo para recrutamento@elfe.com.br colocando no campo assunto o titulo da vaga.

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INSPETOR DE SOLDA

Desejável cursos de inspeção em solda N1, curso de inspeção em LP­N2, curso de inspeção partículas magnéticas N2, curso de inspetor de ultrassom N2, além dos cursos necessários para embarque na validade (CBSP/HUET/NR33/NR35).
Enviar currículo para o email: rh2@step­og.com

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OFICIAL DE NÁUTICA 2ON- REGRA II/2
Exigência: cursos básicos, EROG, EOPN ou EBCP e curso de DP básico e Avançado. enviar currículos para o email: rhmaritimo@astromaritima.com.br

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IMEDIATO COM EXPERIÊNCIA EM OIL RECOVERY, II/2.
Com inglês intermediário, certificados EBPS, ESRS, ESPM, ECIA, ARPA, EROG, ECDIS e EOPN em dia. Interessados deverão encaminhar CV para o email: dofbr.hr@dof.no com o nome da vaga no campo assunto.

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OES BRASIL RECRUTA IRATA BRASIL III 
Inglês Básico,Estamos recrutando profissionais IRATA BRASIL NÍVEL III. Obrigatório: CBSP, HUET, NR­33, NR­34 e NR­35. Trabalho para embarques offshore. Desejável inglês.

Local de Trabalho: Macaé ­ RJ

Interessados enviar currículo para o email: recrutamento@oesgroup.com. Colocar no assunto do email o nome da vaga.

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TÉCNICO EM ELÉTRICA OFFSHORE

Necessário inglês intermediário a fluente e 4 anos de experiência (preferencialmente em FPSO).

Favor encaminhar currículo dentro do perfil para o email: alessandrapacificrh@outlook.com

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HOMEM DE ÁREA

Auxiliar de Movimentação de cargas
Início imediato ser morador de Macaé

Enviar currículo com o nome da vaga para o email: recrutamentocjsoffshore@gmail.com

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CONDUTOR DE MÁQUINAS BOMBEADOR- PLATAFORMAS-RJ

Oportunidade Freelance; Requisitos: Huet; Cbsp; Nr 35; Nr33; Certificados em dia; Desejável experiência na função;

Os interessados encaminhar currículos com pretensão salarial para o email: curriculos@zarpacrew.com.br mencionando no campo assunto: CDM Plataformas-RJ

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TÉCNICO EM ELÉTRICA OFFSHORE

Necessário inglês intermediário a fluente e 4 anos de experiência (preferencialmente em FPSO).

Favor encaminhar currículo dentro do perfil para o email: alessandrapacificrh@outlook.com

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CALDEIREIRO – MONTADOR DE ANDAIME – TÉCNICO DE SEGURANÇA DE TRABALHO

Caldeireiro com 2 anos de experiência em caldeiraria, CBSP e cursos na área.
Montador de Andaime com 1 ano de experiência, CBSP e experiência Offshore.
Técnico de Segurança de Trabalho com 2 anos na área de Construção e Montagem, CBSP e registro atualizado e ativo.
Todos deverão enviar o currículo para o email: rhmacae@integrarcm.com.br - Não esquecendo de colocar no assunto a vaga desejada.

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SUPERVISOR DE MANUTENÇÃO OFFSHORE 
Com experiência, para trabalhar em um de nossos clientes.

Favor enviar currículo para o email: recrutamento.br@woodgroup.com mencionando no assunto o nome da vaga.

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BOSUN - VAGA TEMPORÁRIA
Necessário experiência na área offshore como Bosun - CIR e documentos marítimos em dia - Ingles avançado

Os interessados dentro do perfil solicitado, favor enviar currículo para o email: orionvagas@gmail.com mencionando no assunto a vaga Bosun.

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MONTADOR DE ANDAIMES
Somente candidatos do RJ!
Necessário: NR-35, NR-33, HUET e CBSP.
Desejável experiência em plataformas;

Os interessados encaminhar currículo com pretensão salarial para: curriculos@zarpacrew.com.br, mencionando no campo assunto: Montador de Andaimes.

21 de janeiro de 2016

Barril de petróleo vale menos do que o próprio tambor

É meus amigos está cada dia mais difícil de superar essa crise mundial do petróleo, haja vista que o barril do petróleo chegou a 28 dólares. Nos Estados Unidos, esse valor é inferior ao contêiner que o armazena. Lá, esse tipo de reservatório é vendido por cerca de US$ 50, quando adquirido em grande quantidade.

Na internet, já surgem as primeiras piadas insinuando que o óleo cru vale menos do que água Perrier (uma marca de luxo que vende o líquido a preços elevados) - cerca de US$ 0,98 por litro.

Estimativas de economistas sinalizam que os preços do barril de petróleo podem cair ainda mais. O motivo da queda abrupta é baixo crescimento da economia mundial combinado com a alta oferta do produto.

No Brasil, o custo do litro da gasolina não deve ser reduzido, apesar dos valores super baixos do petróleo adquirido pela Petrobras. A empresa detém o monopólio de produção e importação do produto e os preços são controlados pelo governo. O que na minha opinião é injusto, pois em outros países o preço da gasolina foi adequado a atual realidade. Infelizmente o mesmo não acontece em nosso país. Como bem já disse "os preços são controlados pelo governo".

Vale lembrar que há um custo destas petroleiras que estão mantendo a produção apesar dos prejuízos. Mas certamente elas estão 'queimando gordura' da época áurea, esperando por dias melhores.

Com a baixa nos preços do barril, a Petrobras deve aproveitar o momento para recompor o caixa perdido no período em que o óleo estava em alta no mercado mundial, além de compensar a crise interna por conta da operação Lava Jato.

Fonte: Revista Exame

18 de janeiro de 2016

Petrobras instala a milésima Árvore de Natal Molhada no Brasil


A Petrobras  anunciou no último dia 14/01  que atingiu a marca histórica de maior operadora de equipamentos submarinos para águas profundas e ultraprofundas da indústria de petróleo mundial ao instalar o milésimo equipamento submarino conhecido como Árvore de Natal Molhada (ANM), no campo de Lapa, no pré-sal da Bacia de Santos. A cerimônia de celebração  aconteceu no Parque dos Tubos, em Macaé (RJ), com a participação da diretora de Exploração e Produção da Petrobras, Solange Guedes, e de outros representantes do corpo gerencial da companhia, além de parceiros da Petrobras.

De grande robustez, a ANM é projetada para suportar elevadas pressões e temperaturas e é composta por um conjunto de válvulas e conectores para controle do fluxo de petróleo e gás com segurança. Ao longo dos últimos anos, os modelos de ANM vêm incorporando inovações de última geração, adaptadas para o cenário de águas cada vez mais profundas. Instalados em profundidades que vão até 2.500 metros de lâmina d’água, esses equipamentos envolvem uma sofisticada operação tecnológica, que requer não só a utilização de robôs controlados remotamente como também a mobilização de equipes altamente especializadas.

São milhares de profissionais dedicados permanentemente à engenharia, à operação e à manutenção das ANMs, instaladas ou em fase de instalação. Essa tecnologia foi batizada como árvore de natal na década de 1930, quando moradores de localidades próximas a províncias petrolíferas terrestres dos Estados Unidades fizeram a associação do equipamento coberto de neve a um pinheiro natalino. Com a descoberta de petróleo no fundo do mar, o sistema foi adaptado às novas condições e passou a ser chamado de árvore de natal molhada, tornando-se amplamente utilizado em plataformas de produção offshore.

Evolução Tecnológica
A evolução tecnológica das ANMs no Brasil acompanha o histórico de desenvolvimento da produção da Petrobras. Em agosto de 1977, enquanto o mundo mergulhava na maior crise de abastecimento de petróleo da Era Industrial, a Petrobras dava a partida, no campo de Enchova, à produção comercial da Bacia de Campos. E à medida em que a companhia avançava em direção a horizontes cada vez mais profundos, era necessário desenvolver equipamentos submarinos adaptados a essas condições, incluindo não só novos e diferentes modelos de ANMs como também sistemas inéditos de ancoragem, entre outras inovações.

No entanto, o mercado brasileiro não estava capacitado para atender a esse volume de demanda com essas especificações. Era preciso não só aperfeiçoar as tecnologias importadas, mas também qualificar a indústria nacional para viabilizar a produção de petróleo sob condições tão peculiares. Daí surge uma virada tecnológica sem precedentes no segmento de equipamentos submarinos.

Da primeira árvore de natal molhada instalada na Bacia de Campos em 1979, conectada ao Sistema de Produção Antecipada em Enchova Leste, aos equipamentos mais sofisticados em operação no pré-sal da Bacia de Santos, as ANMs experimentaram um verdadeiro salto tecnológico ao longo dos anos. Se, no início, as primeiras unidades pesavam algumas poucas toneladas e eram instaladas com auxílio de mergulhadores em águas rasas, hoje os modelos de conjuntos ANM chegam a pesar mais 70 toneladas, com robustez suficiente para suportar as mais altas pressões e vazões do poço como também as mais severas condições de mar e grandes profundidades d''água. São mais de três décadas de avanços expressivos, que culminaram ainda em modelos de ANMs em operação nos campos do pré-sal, equipados com sensores inteligentes, de múltiplas funções, capazes de aumentar a segurança das operações, garantir a alta eficiência das atividades, além de assegurar maior rapidez no fechamento das válvulas do equipamento.

Fonte: Macaé Offshore

Para conhecer mais sobre ANM vejam na publicação:
http://engpeg.blogspot.com.br/2010/11/arvore-de-natal-molhada-anm.html

13 de janeiro de 2016

ANP propõe novo cálculo de royalties do petróleo

Proposta da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) para alterar o cálculo do dinheiro repassado pela Petrobras a Estados e municípios —os chamados royalties– pode criar uma conta bilionária para a estatal, que já enfrenta dificuldades financeiras.
 
A medida, colocada em consulta pública nesta semana, representaria uma arrecadação adicional de cerca de R$ 1 bilhão por ano, segundo projeção do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE) com base na arrecadação de 2015. Grande parte desses recursos seria repassado ao Rio e à União.

ENTENDA OS ROYALTIES
Os royalties são uma compensação financeira pela extração de recursos naturais, paga à União e aos municípios e Estados produtores.
 
O cálculo dessa compensação, em vigor desde o ano 2000, considera o volume extraído e o preço do petróleo de cada campo —que varia de acordo com a qualidade do petróleo, ou seja, o tipo de combustível que ele produz, em comparação com o petróleo Brent, referência global.
 
Petróleos mais pesados, como os da bacia de Campos, produzem menos gasolina e diesel e tendem a ter um desconto maior com relação ao Brent. Já o óleo do pré-sal é mais leve e mais valorizado.
 
As mudanças técnicas propostas pela ANP reduzem os descontos dos petróleos mais pesados. Segundo maior produtor do país, o campo de Roncador teria um preço de referência 8,9% maior em 2015 caso a nova fórmula estivesse em vigor, de acordo com a simulação da ANP.
 
O maior produtor do Brasil, Lula, no pré-sal da bacia de Santos, subiria 3,4%.
 
Na média, a proposta eleva em 7% o preço de referência dos 20 maiores campos do país, responsáveis por quase 90% da produção nacional.
 
QUEM PERDE OU GANHA
Além de elevar o custo da Petrobras, a proposta vem em um momento em que as petroleiras preparam-se para questionar duas leis sancionadas pelo governo do Rio no fim do ano, que criam impostos e taxas sobre a produção.
 
Como o petróleo é uma commodity —cujos preços são fixados internacionalmente—, qualquer aumento de custos representa perda de rentabilidade. Procurados, nem a Petrobras nem o Instituto Brasileiro do Petróleo (IBP), que representa as petroleiras, comentaram.
 
Defendida em reuniões na agência pelo próprio governador Luiz Fernando Pezão (PMDB), que enfrenta problemas financeiros no Estado, a mudança beneficia principalmente o Rio de Janeiro.
 
Em 2015, o governo estadual e municípios fluminenses ficaram com 33% da arrecadação de royalties do petróleo no país. Mas ficariam com a maior parte do aumento, porque os campos mais afetados ficam em frente ao litoral fluminense.
 
A proposta ficará em consulta pública até 10 de março, para críticas e discussão com os envolvidos.
 
A ANP, porém, tem autonomia para fazer a mudança.
 
Fonte: Folha de São Paulo 

12 de novembro de 2014

Percepção de Risco

O que é Percepção de Risco?
É o ato de ter contato com um perigo por meio dos sentidos, interpretar essa informação e então decidir e agir de forma rápida e segura, afim de neutralizar ou minimizar o risco exposto pelo mesmo.

Como anda sua percepção de risco?
É necessário fazer uma auto avaliação todos os dias antes de se fazer uma tarefa, pois a experiência muitas vezes é acompanhada da confiança em excesso, levando o cidadão a acreditar que nada pode acontecer com ele.

















O maior inimigo de nossa percepção é o excesso de confiança. Vejamos alguns inimigos óbvios da percepção:
  • Achar que a tarefa é sempre igual (rotina) - Quando se faz todos os dias a mesma tarefa, deve-se tomar um cuidado redobrado, poias a rotina faz com que pecamos a percepção de risco;
  • Pensar: "isso nunca vai acontecer comigo" - Nunca duvide de que pode acontecer com você, afinal qualquer atividade tem seu risco eminente;
  • Apostar nas possibilidades (roleta russa) - Qualquer descuido pode lhe colocar na roleta russa, o ato de não usar um capacete pode lhe expor ao risco de queda de objetos que podem lhe custar sua vida;
  • Trabalhar com pressa - 'A pressa é inimiga da perfeição' já diz o velho ditado, então cuidado com esse perigo;
  • Não ler corretamente as intruções de trabalho - Toda atividade no mundo offshore é seguida de PT (permissão de trabalho), deve-se ler corretamente os procedimentos da tarefa para evitar perdas e danos;
  • Descuidar dos pequenos detalhes - O uso do EPI tem um propósito, não é simplesmente para efeitar o trabalhador. É preciso usar o EPI sempre!!!
lembre-se que pequenos detalhes podem comprometer todo um trabalho!

Até a próxima.