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21 de janeiro de 2016

Barril de petróleo vale menos do que o próprio tambor

É meus amigos está cada dia mais difícil de superar essa crise mundial do petróleo, haja vista que o barril do petróleo chegou a 28 dólares. Nos Estados Unidos, esse valor é inferior ao contêiner que o armazena. Lá, esse tipo de reservatório é vendido por cerca de US$ 50, quando adquirido em grande quantidade.

Na internet, já surgem as primeiras piadas insinuando que o óleo cru vale menos do que água Perrier (uma marca de luxo que vende o líquido a preços elevados) - cerca de US$ 0,98 por litro.

Estimativas de economistas sinalizam que os preços do barril de petróleo podem cair ainda mais. O motivo da queda abrupta é baixo crescimento da economia mundial combinado com a alta oferta do produto.

No Brasil, o custo do litro da gasolina não deve ser reduzido, apesar dos valores super baixos do petróleo adquirido pela Petrobras. A empresa detém o monopólio de produção e importação do produto e os preços são controlados pelo governo. O que na minha opinião é injusto, pois em outros países o preço da gasolina foi adequado a atual realidade. Infelizmente o mesmo não acontece em nosso país. Como bem já disse "os preços são controlados pelo governo".

Vale lembrar que há um custo destas petroleiras que estão mantendo a produção apesar dos prejuízos. Mas certamente elas estão 'queimando gordura' da época áurea, esperando por dias melhores.

Com a baixa nos preços do barril, a Petrobras deve aproveitar o momento para recompor o caixa perdido no período em que o óleo estava em alta no mercado mundial, além de compensar a crise interna por conta da operação Lava Jato.

Fonte: Revista Exame

19 de janeiro de 2016

Oportunidades Swift Worldwide Resources

Swift Worldwide Resources é uma Multinacional com mais de 30 anos especializada no mercado de óleo e gás. Hoje opera em mais de 35 países e tem uma capacidade completa para oferecer soluções globais para a indústria de petróleo e gás. Fornecemos mão de obra global para algumas das melhores e mais respeitadas empresas no setor. Esta posição é construída sobre a nossa dedicação ao longo de muitos anos, e nossa capacidade de fornecer soluções superiores e os melhores candidatos para os nossos clientes.



Swift busca currículos para atualizar seu banco de dados:
AUTOMATION SUPERVISOR
Requisitos:
– Ensino técnico ou superior completo em Eletrônica, Automação & Controle, Eletroeletrônica;
– Inglês avançado para conversação;
– Estar familiarizado com ambiente de manutenção eletrônica;
– Atuação prévia em cargos de liderança.
Experiências:
– Experiência sólida na área de controle & automação;
– Experiência prévia no segmento de O&G/ Offshore;
– Experiência com manutenção planejada em equipamentos;
– Experiência com sistemas Sinergy, Worksafe e outros.

Interessados favor enviar currículo com pretensão salarial para nathalia.rondelli@swiftwwr.com, no campo assunto colocar o nome da vaga.

Swift recruta Analista em Perda Energética para trabalhar em um de seus clientes, empresa multinacional do segmento de energia, para atuar em São Gonçalo – RJ:
ANALISTA DE PERDA ENERGÉTICA‏
Requisitos:
– Ensino Superior Completo em Engenharia Elétrica ou Eletrônica (Imprescindível);
– Inglês mínimo Intermediário (para relatórios e apresentações);
– Residência no Rio de Janeiro ou completa disponibilidade de mudança, sem auxílio da empresa contratante;
– Conhecimento avançado de Excel e Access.
Experiências:
– Experiência prévia com balanço energético e cálculos de perdas de energia;
– Experiência na área de perda energética;
– Experiência prévia em empresas com capacidade para geração energia própria ou distribuidoras de energia.
Desejável:
– Conhecimento de VBA.
Atividades:
– Elaboração do balanço energético da empresa;
– Elaboração do balanço energético das obras de Rede de DAT (Distribuição Área Transversal), por região elétrica e nível de tensão;
– Realizar cálculos de perdas técnicas em Alta e Média Tensão, com dados de medição;
– Responsável pela análise de perda de energia da rede, com foco na perda comercial;
– Realizar diagnósticos e análises das perdas.
Interessados que atendam aos requisitos, favor enviar currículo com pretensão salarial para julianna.santanna@swiftwwr.comno campo assunto colocar o nome da vaga.


Swift recruta Especialista em Perda Energética para trabalhar em um de seus clientes, empresa multinacional do segmento de energia, para atuar em São Gonçalo – RJ:
ESPECIALISTA EM PERDA ENERGÉTICA
Requisitos:
– Ensino Superior Completo em Engenharia Elétrica ou Eletrônica (Imprescindível);
– Inglês mínimo Intermediário (para relatórios e apresentações);
– Residência no Rio de Janeiro ou completa disponibilidade de mudança, sem auxílio da empresa contratante;
– Conhecimento avançado de Excel e Access.
Experiências:
– Experiência prévia com balanço energético e cálculos de perdas de energia;
– Experiência consolidada na área de perda energética;
– Experiência prévia em empresas com capacidade para geração energia própria ou distribuidoras de energia.
Desejável:
– Pós-graduação na área;
– Conhecimento de VBA.
Atividades:
– Elaboração do balanço energético da empresa;
– Elaboração do balanço energético das obras de Rede de DAT (Distribuição Área Transversal), por região elétrica e nível de tensão;
– Realizar cálculos de perdas técnicas em Alta e Média Tensão, com dados de medição;
– Responsável pela análise de perda de energia da rede, com foco na perda comercial;
– Realizar diagnósticos e análises das perdas.
Interessados que atendam aos requisitos, favor enviar currículo com pretensão salarial para julianna.santanna@swiftwwr.comno campo assunto colocar o nome da vaga.

Petrobras encolheu 85% em valor de mercado

A Petrobras encolheu 85,5% em valor de mercado (a soma do valor das ações da empresa) ou R$ 436,6 bilhões desde o pico histórico da estatal na bolsa de valores em 2008, segundo levantamento da provedora de informações financeiras Economatica.
A máxima histórica foi registrada no dia 21 de maio de 2008, quando a estatal atingiu na Bovespa valor de mercado de R$ 510,3 bilhões. Já no fechamento dessa segunda-feira (18), após as ações caírem pela primeira vez em 12 anos abaixo de R$ 5, levando a cotação do papel ao menor patamar desde novembro de 2003, a petroleira registrou avaliação de R$ 73,7 bilhões.
Segundo a Economatica, a Petrobras é a empresa com maior perda de valor de mercado nominal desde o máximo histórico entre as 57 empresas do IBOVESPA.
No final de 2010, após a mega capitalização que levantou R$ 120 bilhões para o caixa da empresa, a Petrobras tinha um valor de mercado de R$ 380 bilhões. Em setembro de 2015, a companhia caiu pela primeira vez abaixo da barreira dos R$ 100 bilhões. Em 5 anos, a empresa perdeu mais 80,6% do valor em bolsa ou R$ 306,4 bilhões.
No ano de 2016, até o fechamento da véspera, as ações preferenciais da petroleira acumulam queda de 28% e as ordinárias de 26%, na esteira do declínio do petróleo e preocupações com o nível de dívida e o andamento do plano de desinvestimentos da companhia.
Nesta terça-feira, as ações da Petrobras subiam mais de 3%, dando suporte para a alta do IBOVESPAVeja cotação
Fonte: G1

18 de janeiro de 2016

Petrobras instala a milésima Árvore de Natal Molhada no Brasil


A Petrobras  anunciou no último dia 14/01  que atingiu a marca histórica de maior operadora de equipamentos submarinos para águas profundas e ultraprofundas da indústria de petróleo mundial ao instalar o milésimo equipamento submarino conhecido como Árvore de Natal Molhada (ANM), no campo de Lapa, no pré-sal da Bacia de Santos. A cerimônia de celebração  aconteceu no Parque dos Tubos, em Macaé (RJ), com a participação da diretora de Exploração e Produção da Petrobras, Solange Guedes, e de outros representantes do corpo gerencial da companhia, além de parceiros da Petrobras.

De grande robustez, a ANM é projetada para suportar elevadas pressões e temperaturas e é composta por um conjunto de válvulas e conectores para controle do fluxo de petróleo e gás com segurança. Ao longo dos últimos anos, os modelos de ANM vêm incorporando inovações de última geração, adaptadas para o cenário de águas cada vez mais profundas. Instalados em profundidades que vão até 2.500 metros de lâmina d’água, esses equipamentos envolvem uma sofisticada operação tecnológica, que requer não só a utilização de robôs controlados remotamente como também a mobilização de equipes altamente especializadas.

São milhares de profissionais dedicados permanentemente à engenharia, à operação e à manutenção das ANMs, instaladas ou em fase de instalação. Essa tecnologia foi batizada como árvore de natal na década de 1930, quando moradores de localidades próximas a províncias petrolíferas terrestres dos Estados Unidades fizeram a associação do equipamento coberto de neve a um pinheiro natalino. Com a descoberta de petróleo no fundo do mar, o sistema foi adaptado às novas condições e passou a ser chamado de árvore de natal molhada, tornando-se amplamente utilizado em plataformas de produção offshore.

Evolução Tecnológica
A evolução tecnológica das ANMs no Brasil acompanha o histórico de desenvolvimento da produção da Petrobras. Em agosto de 1977, enquanto o mundo mergulhava na maior crise de abastecimento de petróleo da Era Industrial, a Petrobras dava a partida, no campo de Enchova, à produção comercial da Bacia de Campos. E à medida em que a companhia avançava em direção a horizontes cada vez mais profundos, era necessário desenvolver equipamentos submarinos adaptados a essas condições, incluindo não só novos e diferentes modelos de ANMs como também sistemas inéditos de ancoragem, entre outras inovações.

No entanto, o mercado brasileiro não estava capacitado para atender a esse volume de demanda com essas especificações. Era preciso não só aperfeiçoar as tecnologias importadas, mas também qualificar a indústria nacional para viabilizar a produção de petróleo sob condições tão peculiares. Daí surge uma virada tecnológica sem precedentes no segmento de equipamentos submarinos.

Da primeira árvore de natal molhada instalada na Bacia de Campos em 1979, conectada ao Sistema de Produção Antecipada em Enchova Leste, aos equipamentos mais sofisticados em operação no pré-sal da Bacia de Santos, as ANMs experimentaram um verdadeiro salto tecnológico ao longo dos anos. Se, no início, as primeiras unidades pesavam algumas poucas toneladas e eram instaladas com auxílio de mergulhadores em águas rasas, hoje os modelos de conjuntos ANM chegam a pesar mais 70 toneladas, com robustez suficiente para suportar as mais altas pressões e vazões do poço como também as mais severas condições de mar e grandes profundidades d''água. São mais de três décadas de avanços expressivos, que culminaram ainda em modelos de ANMs em operação nos campos do pré-sal, equipados com sensores inteligentes, de múltiplas funções, capazes de aumentar a segurança das operações, garantir a alta eficiência das atividades, além de assegurar maior rapidez no fechamento das válvulas do equipamento.

Fonte: Macaé Offshore

Para conhecer mais sobre ANM vejam na publicação:
http://engpeg.blogspot.com.br/2010/11/arvore-de-natal-molhada-anm.html

13 de janeiro de 2016

ANP propõe novo cálculo de royalties do petróleo

Proposta da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) para alterar o cálculo do dinheiro repassado pela Petrobras a Estados e municípios —os chamados royalties– pode criar uma conta bilionária para a estatal, que já enfrenta dificuldades financeiras.
 
A medida, colocada em consulta pública nesta semana, representaria uma arrecadação adicional de cerca de R$ 1 bilhão por ano, segundo projeção do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE) com base na arrecadação de 2015. Grande parte desses recursos seria repassado ao Rio e à União.

ENTENDA OS ROYALTIES
Os royalties são uma compensação financeira pela extração de recursos naturais, paga à União e aos municípios e Estados produtores.
 
O cálculo dessa compensação, em vigor desde o ano 2000, considera o volume extraído e o preço do petróleo de cada campo —que varia de acordo com a qualidade do petróleo, ou seja, o tipo de combustível que ele produz, em comparação com o petróleo Brent, referência global.
 
Petróleos mais pesados, como os da bacia de Campos, produzem menos gasolina e diesel e tendem a ter um desconto maior com relação ao Brent. Já o óleo do pré-sal é mais leve e mais valorizado.
 
As mudanças técnicas propostas pela ANP reduzem os descontos dos petróleos mais pesados. Segundo maior produtor do país, o campo de Roncador teria um preço de referência 8,9% maior em 2015 caso a nova fórmula estivesse em vigor, de acordo com a simulação da ANP.
 
O maior produtor do Brasil, Lula, no pré-sal da bacia de Santos, subiria 3,4%.
 
Na média, a proposta eleva em 7% o preço de referência dos 20 maiores campos do país, responsáveis por quase 90% da produção nacional.
 
QUEM PERDE OU GANHA
Além de elevar o custo da Petrobras, a proposta vem em um momento em que as petroleiras preparam-se para questionar duas leis sancionadas pelo governo do Rio no fim do ano, que criam impostos e taxas sobre a produção.
 
Como o petróleo é uma commodity —cujos preços são fixados internacionalmente—, qualquer aumento de custos representa perda de rentabilidade. Procurados, nem a Petrobras nem o Instituto Brasileiro do Petróleo (IBP), que representa as petroleiras, comentaram.
 
Defendida em reuniões na agência pelo próprio governador Luiz Fernando Pezão (PMDB), que enfrenta problemas financeiros no Estado, a mudança beneficia principalmente o Rio de Janeiro.
 
Em 2015, o governo estadual e municípios fluminenses ficaram com 33% da arrecadação de royalties do petróleo no país. Mas ficariam com a maior parte do aumento, porque os campos mais afetados ficam em frente ao litoral fluminense.
 
A proposta ficará em consulta pública até 10 de março, para críticas e discussão com os envolvidos.
 
A ANP, porém, tem autonomia para fazer a mudança.
 
Fonte: Folha de São Paulo 

7 de janeiro de 2016

Gigantes do petróleo vão cortar investimentos novamente em 2016


LONDRES - Com o preço do petróleo atingindo o menor valor dos últimos 11 anos, os maiores produtores mundiais de óleo e gás estão enfrentando o maior período de cortes de investimento em décadas, mas que são esperados para emprestar mais visando preservar os dividendos exigidos pelos investidores. Com o barril custando cerca de US$ 37, os preços do petróleo estão muito abaixo dos US$ 60 que empresas como a Total, Statoil e BP precisam para equilibrar suas reservas, nível que já foi reduzido drasticamente nos últimos 18 meses.

As petrolíferas internacionais estão, mais uma vez, sendo forçadas a cortar gastos e empregos, vender ativos e atrasar projetos, já que a queda do preço do petróleo não sinaliza uma possível recuperação. As produtoras norte-americanas Chevron e ConocoPhillips publicaram os planos de corte no orçamento de 2016 por um trimestre. A Royal Dutch Shell também anunciou mais US$ 5 bilhões em cortes, caso se consolide a aquisição da BG Group.

Em 2016, os investimentos globais em petróleo e gás devem cair para o nível mais baixo nos últimos seis anos atingindo US$ 522 bilhões, após enfrentar uma queda de 22% chegando a US$ 595 bilhões em 2015, segundo a consultoria Rystad Energy, sediada em Oslo.

— Esta será a primeira vez, desde a crise de preços do óleo de 1986, que veremos um declínio nos investimentos por dois anos consecutivos —disse o vice-presidente de Mercados de Petróleo e Gás da Rystad Energy, Bjoernar Tonhaugen, à Reuters.

As atividades que sobreviverem serão aquelas que irão oferecer os melhores retornos.
Mas com o índice de endividamento relativamente baixo, em cerca de 20% ou menos, fontes da indústria afirmam que as empresas pretendem assumir ainda mais empréstimos para cobrir o déficit na receita, visando proteger o pagamento de dividendos.

A Shell não corta seus dividendos desde 1945, uma tradição que a atual gestão não está disposta a quebrar. O restante do setor também é avesso a reduzir os pagamentos aos acionistas, que incluem os maiores investimentos e fundos de pensão do mundo, com receio de que os investidores abandonem o barco.

Entre as principais petrolíferas, a Exxon Mobil e Chevron são as que possuem a menor dívida, enquanto a Statoil e a Repsol têm o maior peso da dívida, de acordo com o analista Jason Gammel Jefferies.

MENOS DECISÕES
Com apenas alguns grandes projetos aprovados em 2015, incluindo o projeto Appomattox da Shell no Golfo do México e o campo Johan Sverdup de US$ 29 bilhões da Statoil no Mar do Norte, 2016 provavalmente também será de poucas decisões de grandes investimentos.
De acordo com Gammel, os planos que podem conseguir aprovação para avançar incluem a fase 2 da plataforma Mad Dog da BP no Golfo do México, a qual a companhia espera custar menos de US$ 10 bilhões — cerca de metade do original estimado —, e a expansão do projeto Tengiz da Chevron no Cazaquistão.

Em toda a indústria, os custos terão cortes a partir da redução do tamanho dos projetos, da renegociação dos contratos de fornecimento e do menor uso de tecnologia complexa.
Após a rápida expansão na primeira metade da década, quando os preços da commodity estavam acima de US$ 100 por barril, as empresas agora devem se concentrar em atividades mais rentáveis, segundo Brendan Warn, analista de petróleo e gás da BMO Capital Markets.
— As companhias querem reduzir reduzir a extensão da atividade e escolher aqueles de maior retorno em capital — afirma Warn.
A Shell, que planeja completar sua aquisição da BG por US$ 54 bilhões em fevereiro, pretende focar no mercado de gás natural liquefeito (GNL) e na produção de petróleo em águas profundas, especialmente no Brasil, sendo a BG líder nas duas áreas.

Com prioridades similares em mente, a BP está cada vez mais concentrada no Golfo do México e no Egito, onde conseguiu aprovar um investimento de US$ 12 bilhões em 2015.
Com milhares de postos de trabalhos cortados em 2015, novos cortes de emprego são esperados este ano à medida em que as companhias restringem seus objetivos, aponta Warn.

Além de reduzir despesas pelo engavetamento e adiamento de projetos, as gigantes petroleiras verão alguns custos caírem já que contratantes concordaram em reduções futuras de preços. Por exemplo, o custo anual para contratar uma navio de perfuração foi de US$ 332 mil em 2015, comparado a US$ 405 mil em 2014, de acordo com a consultoria Rigzone, que coleta dados do setor.

Fonte: O Globo

10 de dezembro de 2014

Certificado ou Conhecimento?

Hoje gostaria de abordar um assunto um tanto polêmico, mas que vale a pena discurtir sobre ele.
Quero começar com uma pergunta: O que as pessoas querem quando se matriculam em cursos? Certificado ou conhecimento?

 
Vasculhando pela internet, pude conferi um mercado (nada novo) de venda de certificados. Como eu mencionei, não é um 'negócio novo', mas confesso que fiquei estarrecido com as novidades que esse negócio oferece aos que o buscam (que me nego a chamar de estudante). É possível encontrar sites que vendem diversos certificados, com carga horária variada. E sabe o que é pior? Tem gente que compra.
 
Agora me diga: o que eles estão comprando? Materiais didáticos com páginas em branco? Cursos online com métodos e informações duvidosas? Talvez nem isso. O que se compra é apenas o papel e a 'cara de pau' de dizer: "fiz um curso X". O que essas pessoas pensam que ganham com isso?
 
Já foi o tempo em que ter um certificado pendurado na parede era status; hoje a realidade é bem outra, é preciso mostrar na prática (no dia a dia), que de fato a pessoa tem conhecimento. E é justamente por pensarem que podem 'comprar' que o mercado no Brasil está tão decadente.
 
É só olhar para alguns currículos e se espantar com as inúmeras ('falsas') qualificações, especializações, MBAs, cursos de idiomas, e todo um blá, blá, blá. Basta fazer um teste prático, aí se descobre que o portador daquele 'super' currículo não é tudo aquilo que ele se auto descreveu.
 
A culpa é de quem? Do certificado ou do conhecimento? Não se iluda por títulos e certificados, dê importância para o conhecimento e do resultado. Os melhores profissionais são aqueles que não se importam somente com o TER, mas sim com o SABER (com o conhecer).
 
Reflita: O que você quer para sua vida profissional?