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12 de julho de 2013

Vagas de Emprego


Amigos seguem abaixo mais oportunidades do setor petrolífero.

Engenheiro de Produção II Onshore - Stefanini
Pré-Requisito: Profissional formado em Engenharia de Produção, com registro no CREA e pagamento da anuidade 2013 do CREA. Profissional deverá possuir experiência registrada em CTPS de no mínimo 02 anos na função. A empresa oferece tícket refeição, plano de saúde, plano odontológico e salário de R$6.339,00;
Interessados deverão enviar currículo para o email: curriculosstefanini@yahoo.com.br

Engenheiro de Produção III Onshore - Stefanini
Pré-Requisitos: Profissional formado em Engenharia de Produção, com registro no CREA e pagamento da anuidade 2013 do CREA. Profissional deverá possuir experiência registrada em CTPS de no mínimo 05 anos na função. A empresa oferece tícket refeição, plano de saúde, plano odontológico e salário de R$6.973,00;
Interessados deverão enviar currículo para o email: curriculosstefanini@yahoo.com.br

Pré-Requisitos:
• Experiência com mecânica de manutenção de guinchos, talhas e/ou guindastes;
• Ensino Técnico ou Superior em Mecânica ou Eletromecânica;
• Conhecimentos em hidráulica e pneumática;
• Habilidade no manuseio de ferramentas e equipamentos;
• Ter no mínimo nível de inglês intermediário;
• Gostar de trabalhar em equipe e de aprender constantemente.
Cadidatos com o perfil acima deverão enviar currículo para o email com o título “Aux. Téc. Mec. 2013″, para: riorh2012@gmail.com

Ministrar treinamentos referente a Norman 24 e/ou treinamentos constantes das NR´s. Ter ministrado cursos e palestras.
Para se candidatar à vaga, basta enviar o currículo para o email: rhsptac@gmail.com

Enviar currículo para o email: recrutamento@supplydrill.com.br

Saloneiro Off Shore (2 vagas)
Experiência de no mínimo 1 ano comprovada em CTPS, SENAC na função e CBSP em dia.
Interessados deveram encaminhar o CV para 
priscila.offshore@gastroservice.com.br

Taifeiro Off Shore (6 vagas)
Experiência de no mínimo 6 meses comprovada em CTPS ou sem experiência com treinamento fornecido pela empresa , SENAC na função e CBSP em dia.
Interessados deveram encaminhar o CV para 
priscila.offshore@gastroservice.com.br

Cozinheiro Off Shore (1 vaga)
Experiência de no mínimo 1 ano comprovada em CTPS, SENAC na função e CBSP em dia.
Interessados deveram encaminhar o CV para 
priscila.offshore@gastroservice.com.br

Chefe de Cozinha Off Shore (2 vagas)
Experiência de no mínimo 1 ano comprovada em CTPS, SENAC na função e CBSP em dia.
Interessados deveram encaminhar o CV para 
priscila.offshore@gastroservice.com.br

Padeiro Off Shore (2 vagas)
Experiência de no mínimo 1 ano comprovada em CTPS, SENAC na função e CBSP em dia.
Interessados deveram encaminhar o CV para 
priscila.offshore@gastroservice.com.br

Ajudante de Cozinha Off Shore (2 vagas)
Experiência de no mínimo 1 ano comprovada em CTPS, SENAC na função e CBSP em dia.
Interessados deveram encaminhar o CV para
priscila.offshore@gastroservice.com.br

Pré-Requisitos: Residir em Macaé, possuir formação técnica em mecânica, experiência como auxiliar de controle de qualidade comprovada em CTPS. Possuir cursos específicos em partículas magnéticas, líquido penetrante e ensaio visual de solda.
Interessados devem enviar o currículo por email e informar no título “Auxiliar de Controle de Qualidade” mencionando a pretensão salarial: milena.bernardes@alkengenharia.com.br

TÉCNICO DE PLANEJAMENTO
Pré-Requisitos: Conhecimento no programa MS Project; Domínio no programa Primavera; Disponibilidade para viagens; Residir em Macaé ou cidades vizinhas; Noção no idioma inglês.
Enviar currículos para o email: agape.recursoshumanos@yahoo.com.br
Colocar no Assunto: CV – PLANEJAMENTO

MARINHEIRO DE MÁQUINAS
Enviar currículos com o número da CIR para o email: agape.recursoshumanos@yahoo.com.br
Colocar no Assunto: MARINHEIRO DE MÁQUINAS

MARINHEIRO DE CONVÉS
Enviar currículos com o número da CIR para o email: agape.recursoshumanos@yahoo.com.br
Colocar no Assunto: MARINHEIRO DE CONVÉS

Pré-Requisito: O candidato precisa ter técnico em eletrônica/instrumentação e experiência de no mínimo 02 (dois) anos comprovada em CTPS na função de instrumentista.
Enviar currículo com pretensão salarial e título “Instrumentista” para o email: priscila.antunes@lupatech.com.br

10 de julho de 2013

Empresário Eike Batista desiste de explorar gás na Bacia do Parnaíba

A petroleira OGX, do grupo do empresário Eike Batista, afirmou ontem que negocia parcerias para os blocos que arrematou sozinha na 11º Rodada de Petróleo. A empresa passa por uma profunda crise. A decisão deve afetar o Piauí, já que a OGX incluiu na lista de negociação os quatro blocos terrestres situados na Bacia do Rio Parnaíba. Além destes, a empresa adquiriu direitos de concessão sobre sete blocos em águas rasas na Margem Equatorial.

O anúncio da renegociação foi feito semanas antes do prazo final para a confirmação, na ANP-Agência Nacional do Petróleo, das garantias oferecidas pela OGX para a aquisição dos blocos no leilão. Pelo cronograma da 11º rodada de maio, as empresas precisam depositar em agosto o bônus paga pelos blocos arrematados no leilão. Isso significa que a OGX, uma das mais ativa na última licitação, terá que dispor de mais de 370 milhões de reais para quitar as áreas arrematadas.

“A Companhia está trabalhando na solução para garantir o programa exploratório mínimo dos blocos arrematados na 11º Rodada da ANP. A Companhia acredita ter condições de apresentar garantias para a ANP tempestivamente”, afirmou a petroleira em um esclarecimento ao mercado.

A empresa afirmou ainda que “como é prática na indústria de petróleo...negocia parcerias para os blocos que a arrematou sozinha”, mas destacou que, até o momento, “não existe qualquer negócio fechado que deva ser divulgado ao mercado”. A OGX tem 100% de seis blocos que arrematou na rodada da ANP, situados nas bacias Potiguar (POT-M475), Barreirinha (BAR-M 213, BAR-M-251).

Fonte: Jornal Diário do Povo

9 de julho de 2013

Vagas em aberto na área de petróleo no Espírito Santo

Há tempos tenho falado aqui sobre os números da industria petrolífera, que vem chamando a atenção nos últimos anos no País. Isso vai desde o valor dos investimentos, que muitas vezes estão na casa dos bilhões, passando pelo crescimento da produção de barris, até mesmo o número das oportunidades de trabalho que estão sendo criadas.

O Estado do Espírito Santo pode-se considerar abençoado não somente pelo nome, mas pelas oportunidades promissoras que surgirão no setor de petróleo e gás nos próximos anos. Prova disso são as 1.248 vagas de emprego para profissionais de nível médio, técnico e superior com salários que podem chegar até R$ 22 mil, distribuídas para trabalhar em plataformas, em estaleiros que irá construir embarcações offshore, em portos que darão suporte às atividades petrolíferas e ainda empresas prestadoras de serviço para o setor. Algumas são para inicio imediato e outras com previsão para os novos projetos que serão instalados no Estado.

Com isso, o profissional ‘qualificado e preparado’ só tem a ganhar. Confira algumas das vagas em aberto:

IMETAME ENERGIA
VAGAS: A empresa está com 8 vagas em aberto para as seguintes áreas: Geólogo Trainee, Geólogo Sênior e Geólogo Pleno;
CADASTRO: Os interessados devem enviar currículos para o email: parceria@imetameenergia.com.br;

PETRA EXECUTIVE SEARCH
VAGAS: A empresa está com 26 oportunidades nas seguintes áreas: Engenheiro de Projeto Sênior, Engenheiro de Reservatório Pleno, Engenheiro de Processo Sênior, Engenheiro de Instalação/Contrução e Desenho, Gerente de Construção e Montagem, Petrofísico Sênior, Soldador ER/TIG-4G ou 6G, Encarregado de Traçagem e Risco, Encarregado de Marcenaria Naval, Operador de Máquinas, Tourpusher, Assistant Driller, Driller, Lead Facilities Engineer, Gerente de HSE, Coordenador (Administração de Contratos), Offshore Reliability Engineer;
CADASTRO: No site www.petraexec.com.br ou pelo email: contato@petrocrew.com.br;

ESTALEIRO JURONG – ARACRUZ
VAGAS: A empresa está com 8 vagas em aberto para: Gerente de Construção Naval, Gerente de Construção Civil, Coordenador de Qualidade (QA/QC Lead), Engenheiro Eletricista, Engenheiro Mecânico, Engenheiro Naval, Engenheiro de Produção, Analista de SMS/HSE Analyst;
CADASTRO: Os interessados devem se cadastrar pelo site: www.jurong.com.br;

Além disso até o final deste ano, uma nova plataforma da Petrobras (a P-58) irá começar a operar no Espírito Santo. Isso mostra que apesar de algumas dificuldades financeiras noticiadas em algumas companhias do setor, o cenário é promissor e com amplas perspectivas de crescimento neste Estado (ES).

8 de julho de 2013

Polêmico: Gás de Xisto terá leilão no Brasil em Outubro

Em outra ocasião falei aqui sobre a exploração do gás de xisto (ou gás não convencional), pois bem hoje pretendo falar mais sobre essa fonte de energia polêmica nos EUA e proibida em alguns países, como a França e a Bulgária, e que está prestes a começar a ser explorada aqui no Brasil.

A ANP marcou para os dias 30 e 31 de outubro o primeiro leilão de blocos de gás - normalmente, eles são incluídos nos leilões para exploração de petróleo. Segundo a diretora-geral da ANP, Magda Chambriard, as reservas de gás em terra podem ultrapassar as do pré-sal. Pesquisas realizadas pela ANP indicam um grande potencial de reservas que podem atingir 500 TFC (trilhões de pés cúbicos), o dobro dos 226 TFCs conhecidos até hoje. Entre as áreas ofertadas há algumas com potencial para extração de gás não convencional, que não está livre nos reservatórios subterrâneos, como o gás comum. Para extraí-lo é preciso "explodir" as rochas, injetando no subsolo grandes quantidades de água, areia e produtos químicos. Esse método gera questionamentos sobre os seus impactos ambientais. A descoberta de grandes reservas nos EUA levou a uma queda significativa no preço do insumo, atraindo a instalação de novas indústrias.

Enquanto no Brasil o preço do gás convencional gira em torno de US$ 12 o milhão de BTU (medida britânica de energia), nos EUA ele custa em torno de US$ 3. Empresas como Petra, OGX, HRT, Orteng, Cemig e Petrobras avaliam oportunidades na produção do gás não convencional no Brasil.

O secretário de Minas e Energia, Marco Antônio Almeida, diz que a técnica de fraturamento não é nova na indústria de petróleo. "Teremos algumas exigências adicionais [em relação aos leilões habituais], como fraturamento com poço revestido, cimentação mais adequada e projeto aprovado pela ANP."

Os Riscos
Ambientalistas afirmam que a técnica de fraturamento do subsolo amplia os riscos de contaminação do lençol freático e de explosão por vazamento de metano. Terremotos também são apontados como danos relacionados à exploração. Segundo Luis Antonio Menzes da Silva, da Villemor Amaral Advogados, esse tipo de exploração gera milhares de ações judiciais nos EUA e no Canadá. No Brasil não deverá ser diferente. "A atividade tem especificidades e não se pode apenas reproduzir o que é feito nas licitações de petróleo e gás."

A polêmica sobre o gás de xisto chegou a Hollywood. Em dezembro, estreou nos EUA o filme "Promised Land" (Terra Prometida), no qual o ator Matt Damon interpreta um executivo de uma produtora do gás que tem sua atuação questionada quando o rebanho de uma cidade começa a morrer após beber água possivelmente contaminada. O filme segue a linha do documentário "Gasland", de 2011, que mostra um morador "incendiando" a água da torneira com um fósforo.

Para o ex-deputado federal Fabio Feldmann, a falta de debate é o maior problema para a realização do leilão já neste ano. "Não existe nada específico sendo estudado pelo Ibama, Ministério do Meio Ambiente ou ANA (Agência Nacional de Água)."

O Ministério do Meio Ambiente confirmou que não está envolvido no assunto. Segundo a ANP, o leilão seguirá o mesmo trâmite dos demais, com as áreas "previamente analisadas quanto à sensibilidade ambiental pelo Ibama e pelos órgãos estaduais competentes". Para o presidente do conselho de administração da consultoria Gas Energy, Marco Tavares, os riscos ambientais do gás não convencional já foram equacionados.

No leilão de outubro serão oferecidos blocos nas bacias do Paraná, de Parecis, do Parnaíba, do Recôncavo, do Acre e do São Francisco. Espero ter contribuído ainda mais sobre esse assunto tão polêmico. Até a próxima!!!

7 de julho de 2013

Aker Solutions assina contrato com Repsol Sinopec Brazil

A Managed Pressure Operations (MPO), subsidiária da Aker Solutions, fornecerá sistemas de perfuração com pressão gerenciada (Managed Pressure Drilling - MPD) e serviços de tratamento do gás no riser para a Repsol Sinopec Brazil. O valor do contrato é confidencial. O contrato de três anos apresenta a opção de um adicional de dois anos de serviços. A Repsol utilizará o equipamento em uma operação em águas ultraprofundas na Bacia de Campos.
 
Este contrato demonstrará a capacidade única de nosso sistema de segurança para tratamento de gás no riser e apresentará a primeira aplicação em águas profundas de nosso dispositivo de perfuração de riser em um sistema MPD offshore abaixo do tensionador,” disse Charles Orbell, diretor da Managed Pressured Operations (MPO), que é parte do negócio de tecnologias de perfuração da Aker Solutions.
 
O sistema de tratamento de gás no riser ajuda a controlar os fluidos do poço durante a perfuração de óleo e gás no mar. Ele detecta um influxo de gás em um riser de perfuração e desvia o gás para evitar um blowout, que é o fluxo descontrolado de fluido da formação para o poço.
 
A tecnologia MPD melhora o desempenho e a segurança da perfuração. O dispositivo de perfuração de riser veda a área ao redor do tubo de perfuração durante as operações de perfuração. Integrar um dispositivo de perfuração do riser com um sistema de tratamento de gás no riser permite as operações de perfuração MPD.
 
Em fevereiro de 2013 a Aker Solutions adquiriu a Managed Pressure Operations International, que fornece conhecimento e tecnologias dentro do emergente segmento de perfuração com pressão gerenciada. A MPD é usada para melhorar a segurança e a eficiência durante operações de perfuração, permitir acesso a novos campos com condições desafiadoras de perfuração e aumentar a vida útil de campos maduros.
 
A entrada do pedido está marcada para o segundo trimestre de 2013.
 
Fonte: Macaé Offshore

28 de junho de 2013

Gás de xisto afeta água, diz estudo

Pesquisadores encontraram elevados níveis de gases metano, etano e propano em poços de água no Estado americano da Pensilvânia, a menos de um quilômetro de locais onde há extração de gás natural por meio do método conhecido como "fracking", que explora o combustível existente em rochas de xisto. A descoberta de águas contaminadas sugere que os poços de gás estão vazando, segundo Robert Jackson, da Duke University, principal autor de um estudo divulgado ontem por uma publicação da Associação Nacional de Ciências dos Estados Unidos.
 
Representantes indústria do setor contestaram a descoberta, dizendo que a ocorrência do metano é natural nas águas dessa região.
 
As reservas de gás natural nos EUA estão entre as maiores do mundo. Com o advento do "fracking" - ou fraturamento hidráulico para explorar o gás contido nas rochas -, a produção de petróleo e gás natural do país deu um salto na última década.
 
O governo de Barack Obama incentiva essa tecnologia como uma alternativa ao uso de carvão, que emite mais gases dióxido de carbono, poluente que colabora para o aquecimento global. Porém, ambientalistas têm questionado se o "fracking", que injeta gases e produtos químicos em rochas a grandes profundidades, interfere na qualidade da água na superfície.
 
O estudo sugere que isso acontece, em alguns casos. Com base na análise de 141 poços de água potável no norte da Pensilvânia, a pesquisa encontrou 82% por cento das amostras contaminadas com metano, com concentrações seis vezes maiores em residências a menos de 1 km de poços de gás. A concentração de etano foi 23 vezes maior nessas casas. "Isso significa para mim que esses gases estão vazando dos poços diretamente para os aquíferos", afirmou Jackson.
 
Ele ressaltou, porém, não ter encontrado radiotividade ou produtos químicos usados no "fracking" nas amostras.
 
Fonte: Valor
 
Pretendo falar mais sobre a extração do gás de xisto em outra ocasião para que vocês compreendam como é sua extração e quais são so riscos ambientais.

17 de junho de 2013

Baker Hughes já produz brocas PDC em Macaé

Dentro de um mês, a Baker Hughes irá inaugurar, em Macaé, sua fábrica de brocas do tipo PDC. Segundo o diretor de negócios da companhia, Saul Plavnik, que participou na quarta-feira, (12/06), da Sessão Plenária da Brasil Offshore "Integridade Interface Poço e Reservatório", a nova unidade já está produzindo e atenderá ao mercado brasileiro e América Latina. "Vamos começar com uma capacidade reduzida, produzindo de 20 a 30 brocas por mês. Mas essa unidade tem condições de produzir um número maior", afirmou Plavnik. Com a nova fábrica, Plavnik afirma que a Baker Hughes praticamente neutraliza a importação desse material. "Passamos a importar somente brocas com diâmetros muito grandes", disse. "Essa já é uma tecnologia que vem sendo otimizada e redesenhada para otimização, por exemplo, nos poços do pré-sal. Por isso a importância dessa fábrica aqui (Macaé). Nós poderemos fazer redezenho, ou mesmo ajustes no desenho da broca para a formação que encontramos no pré-sal, e com isso conseguiremos entregar o material para alguma necessidade particular em pouco tempo", finalizou. Fonte: TN Petróleo