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9 de abril de 2012

FMC e Petrobras assinam acordo para fornecimento de tecnologias para o pré-sal

A FMC Technologies, líder na fabricação de equipamentos submarinos para a indústria do petróleo, e a Petrobras assinaram um acordo para fornecimento de tecnologias para o pré-sal. A princípio, o negócio envolve o fornecimento de 78 'árvores submarinas', que atuarão em profundidades de 2,5 mil metros. A receita gerada soma um valor aproximado de US$ 900 milhões.

Mas, de acordo com a FMC, o escopo total poderia incluir a entrega de até 130 árvores submarinas, controles e ferramentas relacionadas. Este acréscimo pode aumentar o valor do negócio, chegando a US$ 1,5 bilhão, se de fato todos os equipamentos forem encomendados.

Os equipamentos serão desenvolvidos no centro tecnológico sul-americano da FMC e montados na fábrica de sistemas submarinos da companhia, ambos localizados no Rio de Janeiro. As árvores terão cerca de 70% de conteúdo local e as entregas terão início nos primeiros meses de 2014.

"Fizemos investimentos significativos em nossas operações brasileiras para permitir a fabricação do produto em larga escala e o desenvolvimento de novas tecnologias", disse Tore Halvorsen, vice-presidente sênior da FMC Tech. "A Petrobras já distribuiu mais de 500 árvores submarinas para nossas operações no Brasil ao longo dos últimos 30 anos, e temos o prazer de apoiá-los no desenvolvimento de seus reservatórios do pré-sal", concluiu.

VOLTANDO COM FORÇA TOTAL

Alô galera,

Andei um tempo sumido sem postar no Engpeg, peço mil desculpas e aproveito para dizer que estou de volta e com força total. Prometo que irei me esforçar para continuar alimentando este canal de idéias e dicas para ajudar aqueles que desejam receber informações de como anda o mundo petrolífero.

Abraços!!!

VOLTANDO COM FORÇA TOTAL

Alô galera,

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Abraços!!!

28 de novembro de 2011

ANP impede Chevron de perfurar no país

A Diretoria da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP determinou a suspensão das atividades de perfuração no Campo de Frade até que sejam identificadas as causas e os responsáveis pelo vazamento de petróleo e restabelecidas as condições de segurança na área. Essa deliberação suspende toda atividade de perfuração da Chevron do Brasil Ltda. no território nacional.

A ANP rejeitou, na mesma decisão, pedido da concessionária para perfurar novo poço no Campo de Frade com o objetivo de atingir o pré-sal. A Diretoria entende que a perfuração de reservatórios no pré-sal implicaria riscos de natureza idêntica aos ocorridos no poço que originou o vazamento, maiores e agravados pela maior profundidade.

A medida não alcança as atividades necessárias ao abandono definitivo do poço 9-FR-50DP-RJS e a restauração das suas condições de segurança. A decisão se baseou nas análises e observações técnicas da Agência, que evidenciam negligência, por parte da concessionária na apuração de dado fundamental para a perfuração de poços e na elaboração e execução de cronograma de abandono, além de falta de maior atenção às melhores práticas da indústria.

Valor de Mercado em queda
A Chevron perdeu US$ 14,6 bilhões em valor de mercado na comparação à média de seus pares da indústria desde 10 de novembro, quando surgiram as primeiras informações sobre o vazamento de petróleo no Campo de Frade, na Bacia de Campos, informou ontem o "Wall Street Journal". O valor representa uma queda de 7% nas ações da empresa, que teve ontem suas atividades de perfuração suspensas no Brasil.

Segundo o jornal, o desastre da petroleira BP em Macondo no ano passado, que custou 11 vidas e derramou quase 5 milhões de barris de petróleo no Golfo do México, mudou a relação dos mercados com crimes de vazamento de óleo. No pior momento após a catástrofe, o valor da BP chegou a ser US$ 80 bilhões menor, uma queda de 42% em relação aos seus pares do mercado.

"Depois disso, com qualquer derrame, há um temor fundamental sobre o desconhecido", afirmou Robin West, fundador da consultoria PFC Energy, ao jornal.

Chevron produz no Brasil 1% de seu óleo no mundo. Na reportagem, o "Journal" lembra que um mês após o vazamento da Exxon Valdez em 1989, no Alasca, o valor de mercado da empresa era exatamente o mesmo de antes do desastre. E que nas primeiras semanas após o derramamento as ações da companhia caíram no máximo em US$ 3,5 bilhões, uma perda de somente 6%. "Os tempos mudaram" diz.

Outras empresas como ConocoPhillips e Royal Dutch Shell também provocaram derrames de óleo em alto-mar recentemente, na China e no Mar do Norte, respectivamente. O valor de mercado da Shell caiu US$ 3 bilhões, ou cerca de 3%, em relação a seus pares no período do derrame de Gannet Alpha, em agosto, quando vazaram cerca de 1,3 mil barris, segundo as estimativas.

"Os derrames sempre foram um risco no setor e a redução no valor da Chevron parece ser exagerada. Mas o desastre da BP e a necessidade de exploração em ambientes mais difíceis para encontrar petróleo aumentaram os riscos para todos envolvidos", afirma o jornal.

Uma das razões para a reação ser considerada exagerada é que a Chevron produziu apenas 24 mil barris diários de óleo equivalente de petróleo (boe) no Brasil no ano passado, o que representou 1% da produção mundial da empresa, de 2,397 milhões de barris de óleo equivalente. Além disso, as multas que podem chegar a US$ 139 milhões (R$ 260 milhões) representam apenas 0,7% do lucro líquido da companhia no ano passado.

Por outro lado, as operações brasileiras da Chevron foram destacadas nos três balanços trimestrais do grupo neste ano. Foi atribuído ao Brasil, ao lado de Canadá e EUA, um papel de destaque nas novas produções de petróleo pelo mundo.

Segundo a companhia, a produção de petróleo no Campo de Frade, que segue em curso, apesar do acidente no poço exploratório, teria chegado a 79 mil barris de óleo equivalente por dia. A companhia tinha uma expectativa de produzir 90 mil barris de óleo equivalente no campo.

O volume no Brasil segue menor, contudo, na comparação à produção da companhia em outros países, como Nigéria (253 mil barris diários), Angola (161 mil), Indonésia (226 mil) e Tailândia (216 mil). Os EUA concentram a produção da Chevron no mundo, com 708 mil barris por dia em 2010.

19 de novembro de 2011

Vazamento de óleo em plataforma da Chevron

A petrolífera Chevron suspendeu as atividades de perfuração no Campo de Frade - situado na Bacia de Campos, no Rio de Janeiro -, depois de um vazamento de óleo, quase dez vezes maior que o número informado inicialmente de 60 barris. O vazamento começou no dia 8 de novembro, e chegou a vazar cerca de 300 barris de petróleo por dia, segundo a estimatica da Agência Nacional do Petróleo (ANP). organizações de proteção ambiental contestaram os números, argumentando que o vazamento pode ser até dez vezes maior do que o divulgado.

O poço em questão é de responsabilidade da Chevron, e está localizado a 370 quilômetros do Rio de Janeiro, em uma profundidade de 1.200 metros. O vazamento chamou a atenção das autoridades, e tanto a Polícia Federal quanto o Ibama estão investigando as causas do acidente.

A Chevron Brasil divulgou nota anunciando que realizaou a operação de cimentação para vedar o poço que vazou petróleo no campo de Frade na Bacia de Campos. A empresa também disse que não ocorreram vazamentos na cabeça do poço, e que o fluxo do vazamento se reduziu a um "gotejamento ocasional".

"A Chevron continua monitorando a mancha de óleo, que dissipou-se significativamente. A estimativa atual situa o volume de óleo na superfície do oceano abaixo de 65 barris. A mancha está localizada a cerca de 120 quilômetros do litoral e continua movendo-se em uma direção sul-leste, afastando-se da costa brasileira", diz a nota.

20 de outubro de 2011

Aprovada nova distribuição dos 'royalties' do petróleo e Piauí receberá 276 milhões

O plenário do Senado aprovou na noite desta quarta-feira (19) o substitutivo do senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) ao projeto que institui novos critérios de partilha dos royalties e da participação especial decorrente da exploração do petróleo (PLS 448/11). O texto garante a destinação desses recursos a todos os estados e municípios do país - produtores e não produtores.

Os senadores dos estados produtores, especialmente os do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, manifestaram reiteradamente insatisfação com o substitutivo, alegando que seus estados perdem recursos com o novo modelo e questionando os números usados pelo relator para estimar as fatias que caberão a cada ente da federação.
Em 2012, o Fundo Especial já destinará R$ 4 bilhões a todos os estados e ao Distrito Federal, crescimento significativo se comparado a 2010, quando os estados receberam apenas R$ 160 milhões.

Para 2020, as estimativas são ainda mais otimistas: cerca de R$ 16 bilhões para estados e outros R$ 16 bilhões para municípios. O etado do Piauí que recebeu R$ 23 milhões em 2010, com a aprovação do substitutivo receberá R$ 276 milhões em 2012.

Em 2020, o Piauí receberá R$ 1 bilhão.
O relatório de Vital do Rêgo, aprovado pelo Senado, prevê que nos poços já licitados, a fatia da União na distribuição de royalties cairia de 30% para 20% no próximo ano. Na participação especial, tributo cobrado sobre os campos mais produtivos, a parcela da União cairia de 50% para 42%.

Para os Estados produtores, a fatia dos royalties cai de 26,25% para 20% em 2012. Na participação especial, recua de 40% para 34%. O maior corte ocorrerá na parcela de municípios produtores, que a partir de 2012 terão sua fatia nos royalties reduzida de 26,25% para 17%. Depois, essa cota terá queda gradual, até 4% em 2020.

Segundo o relator, as mudanças não reduzirão o valor que Estados e municípios recebem, já que a perda será recompensada pelo aumento da produção de petróleo.

A expectativa do relator é que a arrecadação total do petróleo no ano que vem seja de R$ 28 bilhões, sendo que Estados e municípios que não produzem petróleo ficariam com R$ 8 bilhões. Os recursos serão repassados por meio de um Fundo Especial.

Alagoas, que recebeu R$ 81 milhões em 2010, passaria a receber R$ 283 milhões em 2012. Minas Gerais subiria de R$ 92 milhões em 2010 para R$ 745 milhões em 2012. Aumentos significativos de recursos também seriam registrados em estados como Tocantins (de R$ 16 milhões em 2010 para R$ 225 milhões em 2012), Roraima (de R$ 8 milhões para R$ 11 milhões) e Rondônia (de R$ 10 milhões para 142 milhões).

O senador Wellington Dias (PT) é o autor do projeto de lei, o PLS 448/11 e o relator foi o senador Vital do Rêgo.
“A vitória é do povo brasileiro porque tinha a garantia constitucional de que toda a riqueza do petróleo retirado no mar é de todos. Agora foi aprovado o instrumento legal para garantir isso. Quem ganhou foi o Brasil. Nós passamos a ter uma regra que distribui sistemática e legalmente essa riqueza, É uma data histórica para o povo brasileiro. O petróleo é nosso é os royalties também”, declarou Wellington Dias.

12 de outubro de 2011

SERVIÇO SOCIAL

Tenho falado sobre a indústria petrolífera e suas atividades afins, porém hoje quero salientar um ato singelo e digno de destaque neste blog.
Essa semana a Logística do CSC da FMC Technologies homenageou a tão querida ‘tia Carminha’, presenteando-lhe com um quadro em lembrança do serviço prestado por ela com tanto amor e dedicação.
Sinto-me honrado de fazer parte dessa equipe de espírito imensurável. Só é feliz o homem pleno de amor por todas as coisas do mundo e que pratica a virtude em benefício dos outros.
Sucesso é o resultado da prática constante de fundamentos e ações vencedoras. amadores aspiram, PROFISSIONAIS TRABALHAM!
BELA INICIATIVA LOGÍSTICA CSC!!!

PARABÉNS TIA CARMINHA!!!